Paralisado
Paralisado por causa da pressão
Seguindo um fluxo que impõe seu caminhar
Mente embotada, passos frustrados
Sonhos perdidos roubados em uma ilusão
Parece que este horror nunca mais passará
Suor desnecessário a escorrer
Suas mãos cansadas reclamam desistir
Seu olhar baixo não enxerga mais além
Sentir desgosto é a sensação
Que predomina nos que continuam a trabalhar
O tempo corre e a energia se vai
Um precipício se cava em você
E aí então percebe o poço aberto sobre você
E que também há uma longa parede escorregadia para escalar
Não vou mentir
Pois eu sei que também estou aí
Prestes a me afogar
Com a multidão que diz estar feliz
E os nervos adormecerão
E o fluxo segue a nos levar
Paralizado
Paralizado por la presión
Siguiendo un flujo que impone su camino
Mente embotada, pasos frustrados
Sueños perdidos robados en una ilusión
Parece que este horror nunca pasará
Sudor innecesario que corre
Tus manos cansadas piden rendirse
Tu mirada baja ya no ve más allá
Sentir disgusto es la sensación
Que predomina en los que siguen trabajando
El tiempo corre y la energía se va
Un precipicio se abre en ti
Y entonces te das cuenta del pozo abierto sobre ti
Y también hay una larga pared resbaladiza para escalar
No voy a mentir
Porque sé que también estoy ahí
A punto de ahogarme
Con la multitud que dice estar feliz
Y los nervios se adormecerán
Y el flujo nos sigue llevando
Escrita por: Fabrício Colodetti da Silva