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Retroceder

Contradição Arkana

Retroceder

Reviro minha mente, mas não sei onde estou
Parece que a insensatez foi tudo o que restou
Da decadência que estamos a comprar
E consumimos dia a dia sem parar

Com olhos famintos não se preza por ninguém
Olham para você e tiram tudo o que tem
E faz acreditar que para ser feliz
É só não questionar sobre o que estão a inserir

Nas promessas em cetim
Nas urgências do motim

Como tudo ficou normal
Sem sabor e tão venal
Não me cansa o retroceder
Como tudo ficou boçal
Sem teor, sem moral
Não me canso ao retroceder

Do dia a madrugada crucificam toda dor
Exploram cada fato, sem remorso, sem pudor
Tentam convencer que isso é informar
Enquanto na verdade o que importa é faturar

Com as desgraças do motim
Embrulhadas em cetim

Como tudo ficou normal
Sem sabor e tão venal
Não me cansa o retroceder
Como tudo ficou boçal
Sem teor, sem moral
Não me canso ao retroceder

A pureza, a luxúria, as ideias, as lacunas
O sensato, o insano, o bizarro, o normal
Como tudo ficou normal
Sem sabor e tão venal
Não me cansa o retroceder
Como tudo ficou boçal
Sem teor, sem moral
Não me canso ao retroceder

Retroceder

Revuelvo mi mente, pero no sé dónde estoy
Parece que la insensatez fue todo lo que quedó
De la decadencia que estamos comprando
Y consumimos día a día sin parar

Con ojos hambrientos, no se respeta a nadie
Te miran y te quitan todo lo que tienes
Y te hacen creer que para ser feliz
Solo tienes que no cuestionar lo que te están metiendo

En las promesas de satén
En las urgencias del motín

Cómo todo se volvió normal
Sin sabor y tan venal
No me cansa retroceder
Cómo todo se volvió vulgar
Sin contenido, sin moral
No me canso de retroceder

Del día a la madrugada crucifican todo dolor
Explotan cada hecho, sin remordimiento, sin pudor
Intentan convencerte de que eso es informar
Cuando en realidad lo que importa es facturar

Con las desgracias del motín
Envueltas en satén

Cómo todo se volvió normal
Sin sabor y tan venal
No me cansa retroceder
Cómo todo se volvió vulgar
Sin contenido, sin moral
No me canso de retroceder

La pureza, la lujuria, las ideas, las lagunas
Lo sensato, lo insano, lo bizarro, lo normal
Cómo todo se volvió normal
Sin sabor y tan venal
No me cansa retroceder
Cómo todo se volvió vulgar
Sin contenido, sin moral
No me canso de retroceder

Escrita por: Denil