Negro Nagô, Negro Nagô
Houve um tempo
Que o lamento falava mais forte
Onde o negro apelava pra sorte
Pedindo pra liberdade chegar
Negro Nagô, Negro Nagô
Houve um tempo
Que Isabel uma lei assinou
Deixando livre o negro nagô
Dizendo então que a dor ia se acabar
Negro Nagô, Negro Nagô
Passar do tempo
Segundo a lei nunca adiantou
Mas tem gente que ainda não aprendeu
Que negro é raça e preto é cor
Negro Nagô, Negro Nagô