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Máquinas de una Paz Subserviente

Corrosivo Explícito

Maquinários De Uma Paz Subserviente

O existir lhe deseja boas vindas
Ele é vulgarmente chamado de vida

Seus dados físicos, estéticos, espirituais e comportamentais serão úteis neste plano
Na classificação do ser
Como santo ou profano

Cordão umbilical cede a um rosário
Nutrido de estigmas, desejos e todo prazer castrado
Oh paz tão suspeita
Divindades pacíficas de política tão violenta

Consuma o produto favorito de todo desejo reprimido
Ah, o amor
E seu parasitismo mútuo consentido

I got no time in these lines
Negotiate, swap lies

Arte é inútil, o raciocínio não rende
Desconstrua-se pra camuflar
Suas injustiças em particular

Arte é inútil, o raciocínio não vende
Somos só algoritmos animais
Tentamos usar metáforas, mas você não entende
Ou entende demais

Louve
Suas subconscientes correntes
Esteiras invisíveis
Inconscientes
Até a morte, subserviente

Máquinas de una Paz Subserviente

El existir te da la bienvenida
Vulgarmente conocido como vida

Tus datos físicos, estéticos, espirituales y de comportamiento serán útiles en este plano
En la clasificación del ser
Como santo o profano

El cordón umbilical da paso a un rosario
Nutrido de estigmas, deseos y todo placer castrado
Oh paz tan sospechosa
Divinidades pacíficas de política tan violenta

Consume el producto favorito de todo deseo reprimido
Ah, el amor
Y su parasitismo mutuo consentido

No tengo tiempo en estas líneas
Negociar, intercambiar mentiras

El arte es inútil, el razonamiento no rinde
Descontrúyete para camuflar
Tus injusticias en particular

El arte es inútil, el razonamiento no vende
Solo somos algoritmos animales
Intentamos usar metáforas, pero tú no entiendes
O entiendes demasiado

Alaba
Tus corrientes subconscientes
Cintas transportadoras invisibles
Inconscientes
Hasta la muerte, subserviente

Escrita por: Douglas Barbosa Martins Ribeiro