Boca Talhada
Boca que vira o olho, na língua do embrulho
Cabelo de molho na mão desse orgulho
Molhado lambendo o barulho do seio roçado
Na telha de Vênus Mercúrio parou de falar
[?]
E gritou
De morder o pescoço da fêmea trilhada
Mulher não é nunca menos
É o sexo das risadas
Boca do atalho, boca talhada
Boca do atalho, boca talhada
Boca do atalho, boca talhada
Boca do atalho, boca talhada
Boca que vira o olho, na língua do embrulho
Cabelo de molho na mão desse orgulho
Molhado lambendo o barulho do seio roçado
Na telha de Vênus Mercúrio parou de falar
[?]
E gritou, e gritou
De morder o pescoço da fêmea trilhada
Mulher não é nunca menos
É o sexo das risadas
Boca do atalho, boca talhada
Boca do atalho, boca talhada
Boca do atalho, boca talhada
Boca do atalho, boca talhada
Boca Talhada
Boca que voltea el ojo, en la lengua del envoltorio
Cabello mojado en la mano de ese orgullo
Mojado lamiendo el ruido del seno rozado
En el techo de Venus, Mercurio dejó de hablar
[?]
Y gritó
Al morder el cuello de la hembra marcada
La mujer nunca es menos
Es el sexo de las risas
Boca del atajo, boca talhada
Boca del atajo, boca talhada
Boca del atajo, boca talhada
Boca del atajo, boca talhada
Boca que voltea el ojo, en la lengua del envoltorio
Cabello mojado en la mano de ese orgullo
Mojado lamiendo el ruido del seno rozado
En el techo de Venus, Mercurio dejó de hablar
[?]
Y gritó, y gritó
Al morder el cuello de la hembra marcada
La mujer nunca es menos
Es el sexo de las risas
Boca del atajo, boca talhada
Boca del atajo, boca talhada
Boca del atajo, boca talhada
Boca del atajo, boca talhada
Escrita por: Alzira E / Tiganá Santana