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Na Taverna Segundo

Corvus Corax

In Taberna Secundus

Ve tuis donis, Decie
Tibi fraus et insidie
Tutbam facis lugentium
Pris stridorem dentium
In taberna
Fraus eterna
Semper est in ludo
Hanc qui amat
Sepe clamat
Sedens dorso nudo
Ut plus ludat

Quem sors nudat
Lucri spes hortatur
Sed dum testes
Trahunt vestes
Non auxiliatur
Ve tuis donis, Decie
Tibi fraus et insidie
Tutbam facis lugentium
Pris stridorem dentium
Ve tuis donis, Decie
Tibi fraus et insidie
Tutbam facis lugentium
Pris stridorem dentium

Na Taverna Segundo

Ó Décio, com seus presentes
Você tem fraude e engano
Você faz uma pira funerária para os enlutados
Ouvi o ranger de dentes
Na taverna
Fraude eterna
Está sempre em jogo
Aquele que a ama
Sempre clama
Sentado com as costas nuas
Para jogar mais

A quem o destino desveste
A esperança de lucro encoraja
Mas enquanto as testemunhas
Estão tirando as roupas
Isso não ajuda
Ó Décio, com seus presentes
Você tem fraude e engano
Você faz uma pira funerária para os enlutados
Ouvi o ranger de dentes
Ó Décio, com seus presentes
Você tem fraude e engano
Você faz uma pira funerária para os enlutados
Ouvi o ranger de dentes

Escrita por: Karsten Liehm / Norbert Drescher