Feiticeiro
Feiticeiro, seu corpo apodrecerá exposto
E para além da mentira do seu rosto todas as coisas lhe serão podres
Sua voz pálida não faz tremer o mundo
E imundo você perecerá vazio
Sua arte não dura um segundo
E pálido todos os seus desejos nunca lhe satisfarão
Sua recompensa neste mundo será a morte
E sua sorte não durará até o pôr-do-sol
E lá no arrebol distante sem nunca se realizar você morrerá
Você poderá te salvar? Para onde você deve olhar?
Aquele que queria ser o rei do mundo é o escravo dos vermes
Você não consegue cantar o hino, aquele que diz
Vitória! Nós conquistamos
Morte! Nós dançamos com a morte
Força! Nossa força é como pular no Abismo
Fogo! O fogo é o tesão dos nossos olhos
Feiticeiro, seu corpo apodrecerá exposto
E para além da mentira do seu rosto todas as coisas lhe serão podres
Feiticeiro!
Seu erro foi pensar que era você o detentor do poder
E que pelo seu poder você poderia desafiar até a morte
Até a morte!
Feiticeiro, morrerá, sofrerá e nascerá
Até aprender que é pó
E do pó quem sabe um dia nascerá uma estrela
Brujo
Brujo, tu cuerpo se pudrirá expuesto
Y más allá de la mentira de tu rostro, todas las cosas te serán podridas
Tu voz pálida no estremece al mundo
Y sucio perecerás vacío
Tu arte no dura un segundo
Y pálidos todos tus deseos nunca te satisfarán
Tu recompensa en este mundo será la muerte
Y tu suerte no durará hasta el ocaso
Y allí en el crepúsculo lejano sin nunca realizarse morirás
¿Podrás salvarte? ¿A dónde debes mirar?
Aquel que quería ser el rey del mundo es esclavo de los gusanos
No puedes cantar el himno, aquel que dice
¡Victoria! Hemos conquistado
¡Muerte! Bailamos con la muerte
¡Fuerza! Nuestra fuerza es como saltar al Abismo
¡Fuego! El fuego es el deseo de nuestros ojos
Brujo, tu cuerpo se pudrirá expuesto
Y más allá de la mentira de tu rostro, todas las cosas te serán podridas
¡Brujo!
Tu error fue pensar que eras el poseedor del poder
Y que por tu poder podrías desafiar incluso a la muerte
¡Hasta la muerte!
Brujo, morirás, sufrirás y renacerás
Hasta aprender que eres polvo
Y del polvo quién sabe un día nacerá una estrella