Destinos Sem Destino
Sob o sol inclemente
Nos caminhos da vida
Eu ia sem destino
De tudo, de tudo descrente
Você foi a sombra que me acolheu
A brisa que me acariciou
Você foi a água fresca e cristalina
Que a minha sede matou
Foi o seu amor, esse brinquedo
Que nos caminhos da vida
A minha alma tanto procurou
E que não sei como, na minha estupidez
Caiu-me das mãos e se quebrou
Em pedaços na estrada tão comprida
Contemplo agora a ilusão
De dois destinos sem destino
Que não sabem pra onde vão
Destinos Sin Destino
Bajo el sol inclemente
En los caminos de la vida
Iba sin rumbo
De todo, descreyente de todo
Fuiste la sombra que me cobijó
La brisa que me acarició
Fuiste el agua fresca y cristalina
Que mi sed sació
Fue tu amor, ese juguete
Que en los caminos de la vida
Tanto buscó mi alma
Y que no sé cómo, en mi estupidez
Se me cayó de las manos y se rompió
En pedazos en la larga carretera
Contemplo ahora la ilusión
De dos destinos sin destino
Que no saben hacia dónde van
Escrita por: Nelson Ferreira / Ziul Matos