Panorama I
Dias vazios, Dias vazios, Noites intermináveis
(...)
Todos os dias eu me entregava
Devastado prosseguia
Você,indene,ignorava minha agonia
Sua "defesa" era me anular
Minha paz e minha sanidade reduzidas a migalhas
Fiz tudo e todos me abandonarem
Não mais ouvia meu nome!
(...)
Ah! A sua serenidade...
Seus discursos humanos...
Tudo errado,tudo perdido
Tudo fodido.
Panorama I
Días vacíos, Días vacíos, Noches interminables
(...)
Todos los días me entregaba
Devastado seguía adelante
Tú, indemne, ignorabas mi agonía
Tu 'defensa' era anularme
Mi paz y mi cordura reducidas a migajas
Hice que todos me abandonaran
¡Ya no escuchaba mi nombre!
(...)
¡Ah! Tu serenidad...
Tus discursos humanos...
Todo mal, todo perdido
Todo jodido.
Escrita por: Gabriel Botelho