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Limpio

Criolo

Cleane

Teu representante alimenta com feno
Viagem de espora na dobra do tempo
Baryshnikova que que que que temo?
Talão zona azul de jazigo pequeno

Pilaco da morte, você é pequeno
Quimera de sal, olho seco e relento
Encosta, meu caro, aqui não é centro

Talão zona azul de jazigo pequeno
Fa-fa-faz arminha, pre-pretos morrendo
Mo-mo-monetiza com pretos morrendo

Dinheiro pra nós pra sair do veneno
Ninguém tá ligando pra pretos morrendo
Esse sangue pisado não é açaí
Mataram inocente, granola e caqui

Quinhentos no pote, prepara o malote
Na praia da morte do grande vizir
Um tiro na cara, um tiro na nuca
Um tiro no amor, outro na cultura

Terror de fragata, radin de cintura
Caneta que assina o papel da estrutura
Se não é com você, que que tá acontecendo?

Sentado no muro, conforto, isento
Se orvalho é descaso, molharam sua bunda
Molharam sua bunda que tá aparecendo

Não é filme do Rambo, Brasil tá sangrando
Essa brisa não bate, bala de veneno
Não é filme do Rambo, Brasil tá sangrando
Essa brisa não bate, bala de veneno

Chambers!
Você não disse que ia passar tudo, Chambers?
Ah, Chambers!
Eu vou ter que desenhar pra você?
Chambers!

Quem é de favela, sempre isolamento
Dos sonhos que tenho, distanciamento
Seu rosto, sua roupa, meu drip do centro
Já sei, copiaram meu drip no centro
O justo e pobre nessa terra morre

A mente brilhante de um ser cantante
Abraçar minha irmã já não tenho mais tempo
Sem ouro e sem prata, talento é fermento
Eu tô puro ódio, revolta no pódio
Futuro rasgado, cês tão entendendo?
Carro rebaixado, o som tá no talo
Favela não vence, tamo no veneno

Cê não pode com procedê
A calça pesa então vamo vê
Favela é amor e só quer crescer
Você entra lá e só quer fudê
Quem sustenta a boca é filho de rico

Que fornece o cheque pro chefe do chefe
O chefe do chefe é o pai do filho
Quirela é passado, moleque quer cash
Dancinha faz tik no tok do clinch
Lutar 12 rounds com asma e bronquite
Cês não tão sabendo, povo tá morrendo
É o chefe do chefe que lucra com a peste

É o pai é o filho, família de rico
Que culpa o pobre que leva o castigo
Cês paga de louco, nois é louco e pouco
Nas venta da morte por aquecimento
Visão de boçal, semente do mal
É Sonia lutando e parente morrendo
Se não é com você, que que tá acontecendo?

Sentado no muro, conforto, isento
Se orvalho é descaso, molharam sua bunda
Molharam sua bunda que tá aparecendo
Não é filme do Rambo, Brasil tá sangrando
Essa brisa não bate, bala de veneno
Não é filme do Rambo, Brasil tá sangrando
Essa brisa não bate, bala de veneno

Chambers!
Você não disse que ia passar tudo, Chambers?
Ah, Chambers!
Eu vou ter que desenhar pra você?
Chambers!

Limpio

Tu representante alimenta con heno
Viaje de espuela en el doblez del tiempo
¿Baryshnikova qué qué qué qué temo?
Recibo zona azul de tumba pequeña

Pilaco de la muerte, eres pequeño
Quimera de sal, ojo seco y relente
Apóyate, amigo, aquí no es centro

Recibo zona azul de tumba pequeña
Hace-hace-hace pistola, negros muriendo
Mo-mo-monetiza con negros muriendo

Dinero para nosotros para salir del veneno
A nadie le importa que negros estén muriendo
Esta sangre pisoteada no es açaí
Matan inocentes, granola y caqui

Quinientos en el pote, prepara el maletín
En la playa de la muerte del gran visir
Un tiro en la cara, un tiro en la nuca
Un tiro en el amor, otro en la cultura

Terror de fragata, raquítico de cintura
Bolígrafo que firma el papel de la estructura
Si no es contigo, ¿qué qué está pasando?

Sentado en el muro, cómodo, exento
Si el rocío es descuido, mojaron tu trasero
Mojaron tu trasero que se está viendo

No es película de Rambo, Brasil está sangrando
Esta brisa no pega, bala de veneno
No es película de Rambo, Brasil está sangrando
Esta brisa no pega, bala de veneno

¡Chambers!
¿No dijiste que ibas a arreglar todo, Chambers?
¡Ah, Chambers!
¿Tendré que dibujarte?
¡Chambers!

Quien es de favela, siempre aislamiento
De los sueños que tengo, distanciamiento
Tu rostro, tu ropa, mi estilo del centro
Ya sé, copiaron mi estilo del centro
El justo y pobre en esta tierra muere

La mente brillante de un ser cantante
Abrazar a mi hermana ya no tengo más tiempo
Sin oro y sin plata, el talento es fermento
Estoy puro odio, revuelta en el podio
Futuro desgarrado, ¿están entendiendo?
Auto bajado, el sonido está al tope
Favela no gana, estamos en veneno

No puedes con el proceder
El pantalón pesa entonces vamos a ver
Favela es amor y solo quiere crecer
Entras ahí y solo quieres joder
Quien sostiene la boca es hijo de rico

Que provee el cheque al jefe del jefe
El jefe del jefe es el padre del hijo
Quirela es pasado, el chico quiere efectivo
Baile hace tik en el tok del clinch
Luchar 12 rounds con asma y bronquitis
No están sabiendo, la gente está muriendo
Es el jefe del jefe que lucra con la peste

Es el padre es el hijo, familia de rico
Que culpa al pobre que lleva el castigo
Ustedes se hacen los locos, nosotros somos locos y poco
En la nariz de la muerte por calentamiento
Visión de bruto, semilla del mal
Es Sonia luchando y pariente muriendo
Si no es contigo, ¿qué qué está pasando?

Sentado en el muro, cómodo, exento
Si el rocío es descuido, mojaron tu trasero
Mojaron tu trasero que se está viendo
No es película de Rambo, Brasil está sangrando
Esta brisa no pega, bala de veneno
No es película de Rambo, Brasil está sangrando
Esta brisa no pega, bala de veneno

¡Chambers!
¿No dijiste que ibas a arreglar todo, Chambers?
¡Ah, Chambers!
¿Tendré que dibujarte?
¡Chambers!

Escrita por: Criolo / Tropkillaz