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El Tiempo (Acústico)

Cruz de Mármore

O Tempo (Acústico)

Ando as cegas pelas ruas
Não esbarro em ninguém (dedilhado)
As lembranças são tão vagas
Eu não sei o que fazer

Os meus pés não deixam marcas pelo chão
E eu não sei aonde ir
Meu instinto é quem me guia
Então ouço um sinal

A meia noite

No espaço de um piscar de olhos
Arde um fogo que meu peito incendeia
E o olhar ainda há pouco tão distante
Ofusca agora uma estrela

E o sentimento de que tudo é possível
Não há vida não há morte
O poder de viajar o universo (verso normal)
O tempo não é mais o que devia ser

A meia noite

E a busca por toda verdade
Dos mistérios desta vida (verso normal)
Revela que o tempo é o instante
E somos o que nele nós vamos fazer

A meia noite

El Tiempo (Acústico)

Caminando a ciegas por las calles
No choco con nadie (dedilhado)
Los recuerdos son tan vagos
No sé qué hacer

Mis pies no dejan huellas en el suelo
Y no sé a dónde ir
Mi instinto es quien me guía
Entonces escucho una señal

A medianoche

En un abrir y cerrar de ojos
Arde un fuego que enciende mi pecho
Y la mirada que hace poco estaba tan lejana
Ahora eclipsa una estrella

Y el sentimiento de que todo es posible
No hay vida, no hay muerte
El poder de viajar por el universo (verso normal)
El tiempo ya no es lo que solía ser

A medianoche

Y la búsqueda de toda verdad
De los misterios de esta vida (verso normal)
Revela que el tiempo es el instante
Y somos lo que vamos a hacer en él

A medianoche

Escrita por: Aécio / Célio Lemes / Leo