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Aquí Jazz

DabliuEme

Aqui Jazz

Quando a vida aperta eu acendo
Tens o fraque e eu conhaque
Tens a mídia e eu a ginga

Não puxa o tapete Itapetininga
Um gole de pinga
Um marafo pro meu santo

Papo de Exú não faz curva
Papo de malaco não faz curva
Terceira visão não fica turva
Terceira visão não fica turva

Na malandragem é diferente e eu vou dizer por que
É no silêncio que malandro come e ninguém vê
Na malandragem é diferente e eu vou dizer por que
É no silêncio que malandro come e ninguém vê

E não é papo de maluco veja bem
A lírica beleza Raulzito olha o trem
Vem surgindo lá de trás das montanhas da Mazzei
Com a cara pixada, tatuada como spray
Original rudeboy, ninguém viu
É rato de sebo garimpando um vinil
OVNI o Vinil, avião por favor?
É a sombra sonora do meu disco voador
Capitou? Aqui jazz Dabliueme morô?
Kg de rima que a balança não pesou
Periferia das periferias é o interior
E eu não chamo a ninguém de senhor
Capitou? Demorou, Vai

Aquí Jazz

Cuando la vida aprieta, enciendo
Tienes el frac y yo coñac
Tienes los medios y yo el swing

No tires la toalla, Itapetininga
Un trago de caña
Un trago para mi santo

Charla de Exú no hace curva
Charla de malandro no hace curva
La tercera visión no se nubla
La tercera visión no se nubla

En la malicia es diferente y te diré por qué
Es en el silencio que el malandro come y nadie ve
En la malicia es diferente y te diré por qué
Es en el silencio que el malandro come y nadie ve

Y no es charla de loco, fíjate bien
La lírica belleza, Raulzito, mira el tren
Viene surgiendo desde detrás de las montañas de Mazzei
Con la cara pintada, tatuada como spray
Original rudeboy, nadie vio
Es ratón de sebo buscando un vinilo
OVNI el Vinilo, ¿avión por favor?
Es la sombra sonora de mi disco volador
¿Captas? Aquí jazz, ¿entendiste?
Kilos de rimas que la balanza no pesó
Periferia de las periferias es el interior
Y a nadie le llamo señor
¿Captas? Tardaste, Vamos

Escrita por: DabliuEme