Peão da Capital
Sou brasileiro, eu sou do interior
tenho no peito a força do meu sertão.
Você não sabe, mas eu sou de Brasília.
Eu sou moderno, mas eu sou peão.
Sou do futuro, eu sou de todo lugar
traga na alma a marca do avião
Você não sabe, eu sou candango
sou do pequi, pão de queijo e chimarrão.
Sou brasileiro, eu sou do interior
tenho no peito a força do meu sertão.
Você não sabe, mas eu sou de Brasília.
Eu sou moderno, mas eu sou peão.
Tudo que eu quero eu tenho aqui.
Eu não preciso de muito para viver.
No céu estrelado a lua e o cruzeiro
eu sou calango um caipira brasileiro
Sou do futuro, eu sou de todo lugar
traga na alma a marca do avião
Você não sabe, eu sou candango
sou do pequi, pão de queijo e chimarrão
Tudo que eu quero eu tenho aqui.
Eu não preciso de muito para viver.
No céu estrelado a lua e o cruzeiro
Sou brasileiro, eu sou do interior
tenho no peito a força do meu sertão.
Você não sabe, mas eu sou de Brasília.
Eu sou moderno, mas eu sou peão.
eu sou calango um caipira brasileiro
Peón de la Capital
Soy brasileño, soy del interior
llevo en el pecho la fuerza de mi sertón.
Tú no lo sabes, pero soy de Brasilia.
Soy moderno, pero soy peón.
Soy del futuro, soy de cualquier lugar
llevo en el alma la marca del avión.
Tú no lo sabes, soy candango
soy del pequi, pan de queso y mate.
Soy brasileño, soy del interior
llevo en el pecho la fuerza de mi sertón.
Tú no lo sabes, pero soy de Brasilia.
Soy moderno, pero soy peón.
Todo lo que quiero lo tengo aquí.
No necesito mucho para vivir.
En el cielo estrellado la luna y el crucero
soy calango, un campesino brasileño.
Soy del futuro, soy de cualquier lugar
llevo en el alma la marca del avión.
Tú no lo sabes, soy candango
soy del pequi, pan de queso y mate.
Todo lo que quiero lo tengo aquí.
No necesito mucho para vivir.
En el cielo estrellado la luna y el crucero
Soy brasileño, soy del interior
llevo en el pecho la fuerza de mi sertón.
Tú no lo sabes, pero soy de Brasilia.
Soy moderno, pero soy peón.
soy calango, un campesino brasileño