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Vaso Que Te Agrada

Daiane Moura

Vaso Que Lhe Apraz

Senhor, me faz descer pra eu me encontrar
Voltar minhas origens pra te adorar
Não quero mais viver como um servo cego, sem Te contemplar

Quebra esse vaso rachado como estou
E tira as feridas que o mundo enviou
E molda como Oleiro que tanto quer pra si
O primeiro amor

Reconheço que sou vaso, mas estou sem valor
Por causa das cicatrizes, da guerra que passou
Mas sei que és o Oleiro
Que molda do Teu jeito, o vaso que eu sou

Se preciso me amassa, me quebra, me refaz
Mas tira as feridas e me traga paz
Pois eu quero ser, Oleiro, eu quero ser
O vaso que lhe apraz

Reconheço que sou vaso, mas estou sem valor
Por causa das cicatrizes, da guerra que passou
Mas sei que és o Oleiro
Que molda do Teu jeito, o vaso que eu sou

Se preciso me amassa, me quebra e me refaz
Mas tira as feridas e me traga paz
Pois eu quero ser, Oleiro, eu quero ser
O vaso que lhe apraz
Pois eu quero ser, Oleiro, eu quero ser o vaso que lhe apraz

Vaso Que Te Agrada

Señor, hazme descender para encontrarme
Regresar a mis orígenes para adorarte
No quiero vivir más como un siervo ciego, sin contemplarte

Rompe este vaso agrietado como estoy
Y quita las heridas que el mundo me dejó
Y moldea como el Alfarero que tanto quiere para sí
El primer amor

Reconozco que soy vaso, pero estoy sin valor
Por las cicatrices, por la guerra que pasó
Pero sé que eres el Alfarero
Que moldea a tu manera, el vaso que soy

Si es necesario, aplástame, rómpeme, reházme
Pero quita las heridas y tráeme paz
Porque quiero ser, Alfarero, quiero ser
El vaso que te agrada

Reconozco que soy vaso, pero estoy sin valor
Por las cicatrices, por la guerra que pasó
Pero sé que eres el Alfarero
Que moldea a tu manera, el vaso que soy

Si es necesario, aplástame, rómpeme y reházme
Pero quita las heridas y tráeme paz
Porque quiero ser, Alfarero, quiero ser
El vaso que te agrada
Porque quiero ser, Alfarero, quiero ser el vaso que te agrada

Escrita por: Larissa Pires