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Calumnia

Dalva de Oliveira

Calúnia

Quiseste ofuscar minha fama
E até jogar-me na lama
Só porque eu vivo a brilhar
Sim,mostraste ser invejoso
Viraste até mentiroso
Só para caluniar.

Deixa a calúnia de lado
Se de fato és poeta
Deixa a calúnia de lado
Que ela a mim não afeta
Tu me ofendes,tu serás o ofendido
Pois quem com o ferro fere
Com ferro será ferido.

Calumnia

Quisiste opacar mi fama
Y hasta arrojarme al fango
Solo porque vivo brillando
Sí, mostraste ser envidioso
Incluso te convertiste en mentiroso
Solo para calumniar.

Deja la calumnia de lado
Si de verdad eres poeta
Deja la calumnia de lado
Que a mí no me afecta
Me ofendes, serás el ofendido
Pues quien hiere con hierro
Con hierro será herido.

Escrita por: Marino Pinto / Paulo Soledade