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Siempre No

Dalva de Oliveira

Sempre Não (Siempre No)

Onde está a sorte de viver
O sol, a flor e o seu perfume
Tudo em mim é triste sem calor
Os anos vão passando e eu seu amor

Não, o meu destino é sempre não
Jamais a vida me brindou
A ilusão do sabor da doçura de um amor
Grita coração, em seu clamor desesperado
Grita mais e mais
Porque aumentas minha dor e meu rancor

Deus, por que tão grande negação?
Tu que és luz, por piedade
Não me deixes morrer sem amar, sem viver

Onde está a sorte de viver?
Já é tarde

Siempre No

¿Dónde está la suerte de vivir?
El sol, la flor y su perfume
Todo en mí es triste sin calor
Los años van pasando y tu amor

No, mi destino siempre es no
Nunca la vida me ha regalado
La ilusión del sabor de la dulzura de un amor
Grita corazón, en su clamor desesperado
Grita más y más
Porque aumentas mi dolor y mi rencor

Dios, ¿por qué tanta negación?
Tú que eres luz, por piedad
No me dejes morir sin amar, sin vivir

¿Dónde está la suerte de vivir?
Ya es tarde

Escrita por: Eduardo Marino / Geraldo Figueiredo / Oscar Arena