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Fragancia

Dani Carmesim

Fragrância

Gosto do teu cheiro, cheiro
Que me leva à boca, boca
Que me cega a língua
Rende o tempo que faz afiar
Gosto do teu cheiro, cheiro
Que me leva à boca, boca
Que me cega a língua
Rende o tempo que faz afiar
Gosto do teu cheiro, cheiro
Que me leva à boca, boca
Que me cega a língua
Rende o tempo que faz afiar
Gosto do teu cheiro, cheiro
Que me leva à boca, boca
Que me cega a língua
Rende o tempo que faz afiar
Dois corpos, dois corpos deitados
Fragrância que toma o quarto
Invade as narinas e ouvidos do mundo
Gosta que deixe o mundo imundo
Me cria pra ser seu gato sem sapato
E quando me olha franzindo a testa
Não adianta, eu me vendo barato
Estou só e você me joga fácil na vertigem
Cada dia é diferente, todo dia nasci virgem
Aflora os pelos, adoro os pelos
Onde moram seus segredos
Escondidos no hemisfério sul
Onde me divirto com os meus brinquedos
A cada toque sou maníaco
Sou Monet
Nascendo o sol
Sem money me divirto
Um caso de gravidade
Eu orbito
Dependente crônico
Eu preciso, eu preciso
Gosto do teu cheiro, cheiro
Que me leva à boca, boca
Que me cega a língua
Rende o tempo que faz afiar
Gosto do teu cheiro, cheiro
Que me leva à boca, boca
Que me cega a língua
Rende o tempo que faz afiar
O cheiro está em tudo
No amor, no apetite, nas lembranças
Até mesmo solto no vento
E um simples aspirar
E já é suficiente para os meus sentimentos despertar
Você me pegou de jeito
Impregnou em minha alma o seu perfume
E eu me derreto
E um arrepio que percorre o meu corpo inteiro
Me alerta que de hoje em diante
Sem você sou sofrida
Como Frida num autorretrato
Você é o calo da minha vida
Como Rivera era o fado dela
Você é minha sina
Gosto do teu cheiro, cheiro
Que me leva à boca, boca
Que me cega a língua
Rende o tempo que faz afiar
Gosto do teu cheiro, cheiro
Que me leva à boca, boca
Que me cega a língua
Rende o tempo que faz afiar
Gosto do teu cheiro, cheiro
Que me leva à boca, boca
Que me cega a língua
Rende o tempo que faz afiar
Gosto do teu cheiro, cheiro
Que me leva à boca, boca
Que me cega a língua
Rende o tempo que faz afiar

Fragancia

Me gusta tu aroma, aroma
Que me lleva a la boca, boca
Que me ciega la lengua
Rinde el tiempo que afila
Me gusta tu aroma, aroma
Que me lleva a la boca, boca
Que me ciega la lengua
Rinde el tiempo que afila
Me gusta tu aroma, aroma
Que me lleva a la boca, boca
Que me ciega la lengua
Rinde el tiempo que afila
Me gusta tu aroma, aroma
Que me lleva a la boca, boca
Que me ciega la lengua
Rinde el tiempo que afila
Dos cuerpos, dos cuerpos acostados
Fragancia que llena la habitación
Invade las fosas nasales y oídos del mundo
Le gusta dejar al mundo sucio
Me crea para ser tu gato sin zapatos
Y cuando me mira frunciendo el ceño
No sirve de nada, me vendo barato
Estoy solo y tú me lanzas fácilmente al vértigo
Cada día es diferente, cada día nací virgen
Brota el vello, adoro el vello
Donde residen tus secretos
Escondidos en el hemisferio sur
Donde me divierto con mis juguetes
Cada roce me vuelve maniático
Soy Monet
Naciendo el sol
Sin dinero me divierto
Un caso de gravedad
Orbito
Dependiente crónico
Necesito, necesito
Me gusta tu aroma, aroma
Que me lleva a la boca, boca
Que me ciega la lengua
Rinde el tiempo que afila
Me gusta tu aroma, aroma
Que me lleva a la boca, boca
Que me ciega la lengua
Rinde el tiempo que afila
El aroma está en todo
En el amor, en el apetito, en los recuerdos
Incluso suelto en el viento
Y un simple aspirar
Ya es suficiente para despertar mis sentimientos
Me atrapaste
Impregnaste en mi alma tu perfume
Y me derrito
Y un escalofrío recorre todo mi cuerpo
Me alerta que de ahora en adelante
Sin ti sufro
Como Frida en un autorretrato
Eres la espina de mi vida
Como Rivera era su destino
Eres mi destino
Me gusta tu aroma, aroma
Que me lleva a la boca, boca
Que me ciega la lengua
Rinde el tiempo que afila
Me gusta tu aroma, aroma
Que me lleva a la boca, boca
Que me ciega la lengua
Rinde el tiempo que afila
Me gusta tu aroma, aroma
Que me lleva a la boca, boca
Que me ciega la lengua
Rinde el tiempo que afila
Me gusta tu aroma, aroma
Que me lleva a la boca, boca
Que me ciega la lengua
Rinde el tiempo que afila

Escrita por: Dani Carmesim, Lenilson Gomes Oliveira