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Libriana

Dani Carmesim

Libriana

Me apego, contudo, não vivo
Revivendo esse sentimento

Pois é, vou remando contra a maré
Contrariando qualquer expectativa
Sobre minha vida

Não sou de fazer confusão
Mas meu humor não segue padrão
Eu sou tão indecisa

Você vai querer ver o diabo
Mas não vai querer ver o meu senso de justiça

Você vai querer ver o diabo
Mas não vai querer ver o meu senso

Libriana, em uma mão a balança
Mas sem essa de dois pesos e duas medidas

Libriana, a solidão te espanta
Por isso a ânsia de viver amores contínuos

Você vai querer ver o diabo
Mas não vai querer ver o meu senso de justiça

Você vai querer ver o diabo
Mas não vai querer ver o meu senso

Libriana, em uma mão a balança
Mas sem essa de dois pesos e duas medidas

Libriana, a solidão te espanta
Por isso a ânsia de viver amores contínuos

Meu elemento é o ar
Meu lema é equilíbrio
Mas meu inferno astral é o meu amor atual
Ele é de virgem

Libriana

Me aferro, sin embargo, no vivo
Reviviendo este sentimiento

Sí, voy nadando contra la corriente
Contrariando cualquier expectativa
Sobre mi vida

No suelo meterme en problemas
Pero mi humor no sigue un patrón
Soy tan indecisa

Vas a querer ver al diablo
Pero no vas a querer ver mi sentido de justicia

Vas a querer ver al diablo
Pero no vas a querer ver mi sentido

Libriana, en una mano la balanza
Pero sin eso de dos pesos y dos medidas

Libriana, la soledad te asusta
Por eso el anhelo de vivir amores continuos

Vas a querer ver al diablo
Pero no vas a querer ver mi sentido de justicia

Vas a querer ver al diablo
Pero no vas a querer ver mi sentido

Libriana, en una mano la balanza
Pero sin eso de dos pesos y dos medidas

Libriana, la soledad te asusta
Por eso el anhelo de vivir amores continuos

Mi elemento es el aire
Mi lema es equilibrio
Pero mi infierno astral es mi amor actual
Él es de virgo

Escrita por: Dani Carmesim