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Monzones (Agárrate)

Daniel Monção

Monções (Se Segure)

Benevolente seja os ventos
Benevolente seja o mar
Benefício seja meu amor
E o caos que acompanhar

Se segure, pois não existe nada a pisar (eláte mazí mou, poseidon)
Se segure, pois estou preparado a derrubar (eu vou derrubar)
(Vocês são meu início, vocês são meu meio, vocês são meu fim, vocês são meu tudo)
Essas torres, essas cores, esse céu
Essas torres, essas dores, esse mel

Esses ventos me carregam junto ao mar (eparrey) (eláte mazí mou, poseidon)
Me afogo, me defendo, aprendo a nadar
Me torno a esperança em acreditar
Que a neblina passou e agora posso me amar (me ame, me ame, me ame)

Eu vou pegar o que é meu
Vou pegar o que é meu
Vou pegar o que é meu (eu vou pegar)
Eu vou pegar o que é meu
Vou pegar o que é meu
Vou pegar o que é meu (eu vou pegar)

Cansado de esperar ver você crescer
Suas promessas são vazias e não vou reconhecer
Pois eu caí, sobre o solo fiquei
E me expandi cresci outra vez
Aceite sua amargura para não se cegar
Com essa luz que diz emanar
O chão é paraíso para quem sabe andar (tu vai cair, tu vai cair, tu vai cair)

Eu vou pegar o que é meu
Vou pegar o que é meu
Vou pegar o que é meu (eu vou pegar)
Eu vou pegar o que é meu
Vou pegar o que é meu
Vou pegar o que é meu (eu vou pegar)

(Monção, monção, monção, monção
Monção, monção, monção, monção
Monção, monção, monção, monção, monção
(Eu sempre acreditei e continuo acreditando onde você pode chegar, o que você pode alcançar, porque sei que você é um artista foda)
(Viu dani, tu é a pessoa mais artista que eu já conheci)
(Você não tem que mostrar a sua luz, às vezes tem que liberar sua sombra)
(Eu perdi)

Eu vou pegar, eu vou pegar, o que é meu, é meu, só meu
Eu vou pegar, eu vou pegar, o que é meu, é meu, só meu

Monzones (Agárrate)

Benevolentes sean los vientos
Benevolente sea el mar
Beneficio sea mi amor
Y el caos que lo acompaña

Agárrate, pues no hay nada en qué pisar (ven conmigo, Poseidón)
Agárrate, pues estoy listo para derribar (voy a derribar)
(Ustedes son mi principio, ustedes son mi medio, ustedes son mi fin, ustedes son mi todo)
Estas torres, estos colores, este cielo
Estas torres, estas penas, esta miel

Estos vientos me llevan junto al mar (eparrey) (ven conmigo, Poseidón)
Me ahogo, me defiendo, aprendo a nadar
Me convierto en la esperanza de creer
Que la niebla se ha ido y ahora puedo amarme (ámame, ámame, ámame)

Voy a tomar lo que es mío
Voy a tomar lo que es mío
Voy a tomar lo que es mío (voy a tomar)
Voy a tomar lo que es mío
Voy a tomar lo que es mío
Voy a tomar lo que es mío (voy a tomar)

Cansado de esperar verte crecer
Tus promesas son vacías y no reconoceré
Porque caí, en el suelo me quedé
Y me expandí, crecí de nuevo
Acepta tu amargura para no cegarte
Con esa luz que dice emanar
El suelo es paraíso para quien sabe caminar (vas a caer, vas a caer, vas a caer)

Voy a tomar lo que es mío
Voy a tomar lo que es mío
Voy a tomar lo que es mío (voy a tomar)
Voy a tomar lo que es mío
Voy a tomar lo que es mío
Voy a tomar lo que es mío (voy a tomar)

(Monzón, monzón, monzón, monzón
Monzón, monzón, monzón, monzón
Monzón, monzón, monzón, monzón, monzón
(Siempre he creído y sigo creyendo en dónde puedes llegar, en lo que puedes lograr, porque sé que eres un artista increíble)
(Viste, Dani, eres la persona más artista que he conocido)
(No tienes que mostrar tu luz, a veces debes liberar tu sombra)
(Perdí)

Voy a tomar, voy a tomar, lo que es mío, es mío, solo mío
Voy a tomar, voy a tomar, lo que es mío, es mío, solo mío

Escrita por: Daniel Monção