SP São Paulo
Daqui não vejo as estrelas
A alma aflita a paisagem cinzenta
Não mais só um, apenas um só
Na mais gigante terra sou menor
Na Pedro Álvares falo com Cabral, Obelisco, Ibira, Oca, Bienal
Pego um sonho corro, saio do normal
O Empurra-Empurra é nosso ideal
No pique do passo a lentidão é do carro
Parou ta parado isso é Marginal
Esmola, favela desigualdade social
Bandido é sequela do abandono nacional
Falta gente
Perto rente
Pega uma lotação
Vai é na Sé lá pelas seis ou no jogo do timão
O puleiro é humano sem menor direção
Sente a brisa na janela desse prédio em construção
Sampa como gosto de você
Sampa não consigo entender
Sampa como gosto de você
Sampa não consigo entender
Falta gente
Perto rente
Pega uma lotação
Vai é na Sé lá pelas seis ou no jogo do timão
O puleiro é humano sem menor direção
Sente a brisa na janela desse prédio em construção
Sampa como gosto de você
Sampa não consigo entender
Sampa como gosto de você
Sampa não consigo entender
SP São Paulo
Desde aquí no veo las estrellas
El alma afligida, el paisaje gris
No más uno, solo uno
En la tierra más gigante soy más pequeño
En Pedro Álvares hablo con Cabral, Obelisco, Ibira, Oca, Bienal
Tomo un sueño, corro, salgo de lo normal
El Empurra-Empurra es nuestro ideal
En el ritmo del paso, la lentitud es del carro
Paró, está parado, esto es Marginal
Mendicidad, favela, desigualdad social
El bandido es secuela del abandono nacional
Falta gente
Cerca, pegado
Toma un colectivo
Ve a la Sé alrededor de las seis o al juego del timón
El gallinero es humano sin dirección alguna
Siente la brisa en la ventana de este edificio en construcción
Sampa, cómo me gusta de ti
Sampa, no logro entender
Sampa, cómo me gusta de ti
Sampa, no logro entender
Falta gente
Cerca, pegado
Toma un colectivo
Ve a la Sé alrededor de las seis o al juego del timón
El gallinero es humano sin dirección alguna
Siente la brisa en la ventana de este edificio en construcción
Sampa, cómo me gusta de ti
Sampa, no logro entender
Sampa, cómo me gusta de ti
Sampa, no logro entender