Sobre Os Tolos
Entra e vê
A desolação que fica sem você
Minha solidão disfarça e faz questão
De esquecer
Ouve então
Que as palavras nascem como a noite cai
Passa o tempo e em silencio o orvalho vem
Sobre os tolos, as flores
E os que dizem não também
Sobre os tolos, as flores
E os que dizem não
Sobre os tolos, as flores
E os que dizem que se eu disser
Com convicção
Que eu sei que não vou dar em nada
Se isso não lhe distrai
Pois pra mim tanto faz dizer
Eu penso até o que a verdade é
Mas por vadiagem finjo que não sei
Se isso é o que te distrai
Pois pra mim quanto mais melhor
Entra e vê
A desolação que fica pós você
Minha solidão disfarça e faz questão
De esquecer
Ouve então
Que as palavras nascem como a noite cai
Passa o tempo e em silencio o orvalho vem
Sobre os tolos, as flores
E os que dizem não também
Sobre os tolos, as flores
E os que dizem não
Sobre os tolos, as flores
E os que dizem não também
Sobre Los Tontos
Entra y mira
La desolación que queda sin ti
Mi soledad disimula y se empeña
En olvidar
Escucha entonces
Que las palabras nacen como cae la noche
Pasa el tiempo y en silencio llega el rocío
Sobre los tontos, las flores
Y los que dicen no también
Sobre los tontos, las flores
Y los que dicen no
Sobre los tontos, las flores
Y los que dicen que si digo
Con convicción
Que sé que no voy a llegar a nada
Si eso no te distrae
Porque para mí da igual decirlo
Pienso incluso en cuál es la verdad
Pero por holgazanería finjo que no sé
Si eso es lo que te distrae
Porque para mí cuanto más, mejor
Entra y mira
La desolación que queda después de ti
Mi soledad disimula y se empeña
En olvidar
Escucha entonces
Que las palabras nacen como cae la noche
Pasa el tiempo y en silencio llega el rocío
Sobre los tontos, las flores
Y los que dicen no también
Sobre los tontos, las flores
Y los que dicen no
Sobre los tontos, las flores
Y los que dicen no también