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Humanidad Semilla del Mal

Dark Day

Humanidade Semente do Mal

Regado com cinzas e desespero
O destino amargo em um caminho sem zelo
As gentilezas esquecidas como um papel amaçado
Sem tratos ou cuidados transformado em trapos
As semanas sendo devoradas pelo ódio disperto
Monotonos e continuos negativos sentimentos
Por onde andou aquela respida mente
Que pesa como a de um viajante a desgraça enebriante

Ainda pesa-lhe os dias

Esqueça-me pelas rispidas mãos do coveiro
Que muitos viu passar por estas bandas o dia inteiro
O ultimo a cavar uma cova pra sí mesmo
E não mais germinar a semente do desespero

Regue-me com seu desespero
Regue-me com o que tens de pior

Humanidad Semilla del Mal

Regado con cenizas y desespero
El destino amargo en un camino descuidado
Las amabilidades olvidadas como un papel arrugado
Sin tratos ni cuidados, transformado en trapos
Las semanas devoradas por el odio despierto
Monótonos y continuos sentimientos negativos
¿Dónde anduvo aquella mente perspicaz?
Que pesa como la de un viajante a la desgracia embriagante

Todavía le pesan los días

Olvídame por las rudas manos del sepulturero
Que muchos vio pasar por estas tierras todo el día
El último en cavar una fosa para sí mismo
Y no más germinar la semilla del desespero

Riégame con tu desespero
Riégame con lo peor que tienes

Escrita por: E. Sodré