Flora de Concreto
Espero achar entre a noite mais fria e o Sol mais calmo
Sem certeza alguma
Se não vier, que seja o ano mais comum
O ciclo de menos problemas
Eu venho de lugar nenhum
Mas vou andar sobre meus próprios pés
Com minha bússola sem norte que aponta pra lugar algum
A esperar, ainda com medo de encontrar
O melhor de mim pode estar vagando por aí
O melhor de mim pode estar vagando por aí
Entre a flora de concreto
Entre a flora de concreto
O Sol vai se pôr outra vez
Eu vou mapear a escuridão
E quando ele nascer outra vez
Mostrarei cicatrizes de um céu noturno
Mas vou andar sobre meus próprios pés
Com minha bússola sem norte que aponta pra lugar algum
A esperar, ainda com medo de encontrar
O melhor de mim pode estar vagando por aí
O melhor de mim pode estar vagando por aí
Entre a flora de concreto
Entre a flora de concreto
Flora de Concreto
Espero encontrar entre la noche más fría y el Sol más tranquilo
Sin ninguna certeza
Si no viene, que sea el año más común
El ciclo con menos problemas
Vengo de ningún lugar
Pero caminaré sobre mis propios pies
Con mi brújula sin rumbo que apunta a ningún lugar
Esperando, aún con miedo de encontrar
Lo mejor de mí puede estar vagando por ahí
Lo mejor de mí puede estar vagando por ahí
Entre la flora de concreto
Entre la flora de concreto
El Sol se pondrá otra vez
Voy a mapear la oscuridad
Y cuando vuelva a salir
Mostraré cicatrices de un cielo nocturno
Pero caminaré sobre mis propios pies
Con mi brújula sin rumbo que apunta a ningún lugar
Esperando, aún con miedo de encontrar
Lo mejor de mí puede estar vagando por ahí
Lo mejor de mí puede estar vagando por ahí
Entre la flora de concreto
Entre la flora de concreto
Escrita por: Adaptação Davi Fernandes, Henrique Pratis