a Chuva - Davi Medeiros - a Balça
Pouco tenho para me manter mas com isso não me preocupo
Eu sei que eu tenho mais valor que as aves do céu
Que não colhem nem em saleiro ajuntam alimentos
E não morrem de fome
Voando baixo os meus olhos percorrem o chão
Um vazio dentro de mim/procuro solução
Suave brisa soprou hoje na rua
Me alegrei em ver a grama verde e o Sol
Percebi que de mim vida saiu
Pois falei do que tem que ser tido para mim
Ao amanhecer entendi/pra vencer é por amor
Tento não me desviar nem para a direita, nem para a esquerda
Tenho os olhos fitos adiante de mim
Se cai a chuva, sopram os ventos, transbordam os rios
Minha casa não cai
Pois fora edificada sobre a rocha
La Lluvia - Davi Medeiros - la Balsa
Poco tengo para mantenerme pero no me preocupo por eso
Sé que valgo más que las aves del cielo
Que no siembran ni cosechan en graneros, ni guardan alimentos
Y no mueren de hambre
Volando bajo, mis ojos recorren el suelo
Un vacío dentro de mí, busco una solución
Una suave brisa sopló hoy en la calle
Me alegré al ver el pasto verde y el Sol
Me di cuenta de que de mí brotó vida
Porque hablé de lo que debe ser para mí
Al amanecer entendí, para vencer es por amor
Intento no desviarme ni a la derecha, ni a la izquierda
Tengo los ojos fijos adelante de mí
Si cae la lluvia, soplan los vientos, desbordan los ríos
Mi casa no cae
Porque fue edificada sobre la roca
Escrita por: Davi Medeiros