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Barba Blanca

David Vieira Asevedo

Barba Branca

Me recordo quando
Comprei meu primeiro disco
As quatro paredes
Já não fazem tanto efeito

Minha barba branca
Não esconde os defeitos
Quase não me engano
E aceito desafios

Quero ser criança
Aqui dentro do meu peito
Coração não difere
Predicado do sujeito

Nunca aponte
Os erros
De quem está aqui
E quer viver em paz
Desconsidere
As mágoas
Ou as marcas
Que ficaram para trás

Eu imagino o mundo
Quase sempre do meu jeito
E me entrego á vida
Sem provar do que é perfeito

Não me julgue agora
Mas preciso do dinheiro
Tudo o que faço
Questiono o tempo inteiro

E o hoje em dia não entendo
A psicologia explica
Freud explica
E eu não entendo

Desconstruindo isso tudo
E construindo minha estrada
Eu moro nela
Eu reinvento

Nunca aponte
Os erros
De quem está aqui
E quer viver em paz
Desconsidere
As mágoas
Ou as marcas
Que ficaram para trás

Nunca aponte
Os erros
De quem está aqui
E quer viver em paz
Desconsidere
As mágoas
Ou as marcas
Que ficaram para trás

Barba Blanca

Me acuerdo cuando
Compré mi primer disco
Las cuatro paredes
Ya no tienen tanto efecto

Mi barba blanca
No oculta los defectos
Casi nunca me equivoco
Y acepto desafíos

Quiero ser niño
Aquí dentro de mi pecho
El corazón no diferencia
Sujeto del predicado

Nunca señales
Los errores
De quien está aquí
Y quiere vivir en paz
Ignora
Las heridas
O las marcas
Que quedaron atrás

Me imagino el mundo
Casi siempre a mi manera
Y me entrego a la vida
Sin probar lo perfecto

No me juzgues ahora
Pero necesito el dinero
Todo lo que hago
Lo cuestiono todo el tiempo

Y hoy en día no entiendo
La psicología lo explica
Freud lo explica
Y yo no entiendo

Desconstruyendo todo esto
Y construyendo mi camino
Vivo en él
Me reinvento

Nunca señales
Los errores
De quien está aquí
Y quiere vivir en paz
Ignora
Las heridas
O las marcas
Que quedaron atrás

Nunca señales
Los errores
De quien está aquí
Y quiere vivir en paz
Ignora
Las heridas
O las marcas
Que quedaron atrás

Escrita por: David Vieira Asevedo