395px

Almas Viejas Entorpecente

DAYRUQUE

Almas Velhas Entorpecente

Lá fora cai a chuva enquanto eu fico com essa sensação
De ter perdido algo ou acordado de um sonho bom
Desliga essa televisão e vem ficar comigo
Enquanto escrevo mais uma canção
O tempo passa e as pessoas são todas iguais

Eu fico aqui regando flores e lendo os jornais
Sua visão de solidão, ela não é igual na minha percepção
Meus neurônios, já queimados de tanto pensar
Vão inibindo meus sentidos e quase não dá
Pra ter mesma sensação

Eu acho que essa chuva resfriou meu coração
E não há nada que eu possa fazer
Eu acho, que um dejavu não vai salvar você
E não há nada que eu possa fazer
Eu acho, que um dejavu não vai salvar você

Minha estrutura abalada célula agitada
Cada molécula implorando pela mesma droga
E nada em mim está dormente
E ninguém entende, o quanto é ruim estar consciente
Quero uma realidade um pouco mais insana

Voltar a dormir com os monstros debaixo da cama
Algo um pouco mais sobrenatural
É tão entediante tudo aquilo que é normal
Será que é só pra mim que as coisas são assim
Não passa de dois meses começa ficar ruim

E eu não entendo mais o que eu sinto
E é tão difícil lidar com meus instintos
Eu sou uma contradição, a própria controvérsia da situação
Inventa outra nova história porque esse replay não vai rolar agora

E não há nada que eu possa fazer
Eu acho, que um dejavu não vai salvar você
E não há nada que eu possa fazer
Eu acho, que um dejavu não vai salvar você

Almas Viejas Entorpecente

Llueve afuera mientras me quedo con esta sensación
De haber perdido algo o despertado de un buen sueño
Apaga esa televisión y ven a quedarte conmigo
Mientras escribo otra canción
El tiempo pasa y las personas son todas iguales

Aquí estoy regando flores y leyendo los periódicos
Tu visión de soledad, no es igual a mi percepción
Mis neuronas, ya quemadas de tanto pensar
Van inhibiendo mis sentidos y casi no puedo
Tener la misma sensación

Creo que esta lluvia enfrió mi corazón
Y no hay nada que pueda hacer
Creo que un déjà vu no te salvará
Y no hay nada que pueda hacer
Creo que un déjà vu no te salvará

Mi estructura sacudida, célula agitada
Cada molécula suplicando por la misma droga
Y nada en mí está dormido
Y nadie entiende lo malo que es estar consciente
Quiero una realidad un poco más insana

Volver a dormir con los monstruos debajo de la cama
Algo un poco más sobrenatural
Es tan aburrido todo lo que es normal
¿Será que solo para mí las cosas son así?
No pasa de dos meses y empieza a ponerse mal

Y ya no entiendo lo que siento
Y es tan difícil lidiar con mis instintos
Soy una contradicción, la propia controversia de la situación
Inventa otra historia nueva porque este replay no va a funcionar ahora

Y no hay nada que pueda hacer
Creo que un déjà vu no te salvará
Y no hay nada que pueda hacer
Creo que un déjà vu no te salvará

Escrita por: Dayruque