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brasas

Dead Butterflies

embers

I lay into my comfort, whispering into the dimly lit room
I love you, I love you
Faded colors of orange and yellow still haunt me
I feel the twilight's embers burn
With every sweet intent, exerted as unbridled anger
My chest is exploding, my chest is exploding

Leaving me screaming
I love you! I love you!
(I love you!)
Slammed in my wrist!
These twisted stems!

This new feeling won't last!
I beg, I beg for your hand!
Your hand!
Why did I dare to love you!
Why did I dare to love you!
Why did I dare to love you!
Why did I dare to love you!

Pouring out her chest, her sweet flowers lay wilted
She feels their pedals sink between her fingers, leaving nothing but dried carbon
Grab these lavender thorns and shove them into my wrists
Maybe I'll feel something different she yells

Her liquid runs across her skin, starving for more
She continues to slam those twisted stems into her arms
Oh God, oh God, oh God: She repeats internally
Wondering how long these newfound scars will take to blossom
Little does she know, cutting through her own skin will find no flowers
Yet she continues to wail

Why did I dare to love you!
Why did I dare to love you!
Why did I dare to love you!
Why did I dare to love you!
Why did I dare to love you!
Why did I dare to love you!
Why did I dare to love you!
Why did I dare to love you!

Slammed in my wrist!
These twisted stems!
This new feeling won't last!
I beg, I beg for your hand!
Your hand!

brasas

Acomodei-me no meu conforto, sussurrando na penumbra do quarto
Eu te amo, eu te amo
As cores desbotadas, laranja e amarelo, ainda me assombram
Sinto as brasas do crepúsculo queimarem
Com toda doce intenção, expressa como uma raiva desenfreada
Meu peito está explodindo, meu peito está explodindo

Me deixando gritando
Eu te amo! Eu te amo!
(Eu te amo!)
Bati com força no meu pulso!
Esses caules retorcidos!

Essa nova sensação não vai durar!
Eu imploro, eu imploro pela sua mão!
Sua mão!
Por que ousei te amar!
Por que ousei te amar!
Por que ousei te amar!
Por que ousei te amar!

Com o peito aberto, suas doces flores jaziam murchas
Ela sente os pedais afundarem entre seus dedos, não deixando nada além de carbono seco
Pegue esses espinhos de lavanda e enfie-os nos meus pulsos
Talvez eu sinta algo diferente, ela grita

Seu líquido escorre pela pele, sedento por mais
Ela continua a enfiar aqueles caules retorcidos nos braços
Oh Deus, oh Deus, oh Deus: Ela repete mentalmente
Fico me perguntando quanto tempo essas cicatrizes recentes levarão para desaparecer
Ela nem imagina que, ao cortar a própria pele, não encontrará flores
Mas ela continua a lamentar-se

Por que ousei te amar!
Por que ousei te amar!
Por que ousei te amar!
Por que ousei te amar!
Por que ousei te amar!
Por que ousei te amar!
Por que ousei te amar!
Por que ousei te amar!

Bati com força no meu pulso!
Esses caules retorcidos!
Essa nova sensação não vai durar!
Eu imploro, eu imploro pela sua mão!
Sua mão!