Lixo
Vagando sem destino
Por Ruas encardidas
O cheiro de urina
Permeando minha vida
Em meio a vigília
Mata alta de concreto
Vejo cascas vazias
Sem sinal de afeto
Lixo jogado
Corroendo o proprio ser
Lixo jogado
Podridão por todo lado
Frieza e impureza
Habitando em seu cerne
Sentimento tão presente
Tao difícil de evitar
Justificando o natural
Normal é anormal
Mentindo pra si mesmo
Até o final
Lixo jogado
Corroendo o próprio ser
Lixo jogado
Podridão por todo lado
O que restou?
Já não sei
Abandonados a própria solidao
Mas o que somos?
Eu já cansei
Só vejo desgraça e nada mais
Basura
Vagando sin rumbo
Por calles sucias
El olor a orina
Permeando mi vida
En medio de la vigilia
Selva de concreto
Veo cáscaras vacías
Sin señales de afecto
Basura tirada
Corroyendo el propio ser
Basura tirada
Podredumbre por doquier
Frieza e impureza
Habitando en su núcleo
Sentimiento tan presente
Tan difícil de evitar
Justificando lo natural
Lo normal es anormal
Mintiendo a uno mismo
Hasta el final
Basura tirada
Corroyendo el propio ser
Basura tirada
Podredumbre por doquier
¿Qué quedó?
Ya no sé
Abandonados a la propia soledad
Pero ¿qué somos?
Ya me cansé
Solo veo desgracia y nada más
Escrita por: Gustavo Toscan Da Silva