As Aventuras de George
Fomos para uma cidade vizinha
Para fazer um show
Chegando lá meu amigo george
Deixou o outro george no quixelô
E o george meio irritado
Veio a pé da cidade
Que começa e quando você não percebe
Já está na metade!
George, se arrependeu!
De não ter trazido o outro
George, se arrependeu!
De não ter matado o outro
George
Mas o george não desistiu
E a escuridão ele enfrentou
O pé na estrada ele meteu
E no caminho ele encontrou
Dois camaradas meio assustados
Uma carona lhe ofereceu
E o george sem muita escolha
A carona ele escolheu!
George, se arrependeu!
De não ter trazido o outro
George, se arrependeu!
De não ter matado o outro
George
Em um caminho cheio deobstáculos
Ultrapassar todos ele conseguiu
Chegando em casa meio irritado
Mas agradecido ele sorriu
Deitou com a raiva na mente
Pensando no que ia falar
E ao outro amigo george
Jurou nunca, nunca, nunca perdoar!
George, se arrependeu!
De não ter trazido o outro
George, se arrependeu!
De não ter matado o outro
George
Mas o tempo passou
E o melhor aconteceu
Ao outro george ele perdoou
E a historia ele esqueceu
Mas que sirva de lição
Nunca aja sem pensar
Nunca deixe um amigo na mão
Pois ele pode não perdoar...
George, se arrependeu!
De não ter trazido o outro
George, se arrependeu!
De não ter matado o outro
George
Las Aventuras de Jorge
Fuimos a una ciudad vecina
Para hacer un show
Llegando allí mi amigo Jorge
Dejó al otro Jorge en Quixelô
Y el Jorge un poco irritado
Vino caminando desde la ciudad
Que empieza y cuando no te das cuenta
¡Ya estás a mitad de camino!
Jorge, se arrepintió
De no haber traído al otro
Jorge, se arrepintió
De no haber matado al otro
Jorge
Pero Jorge no se rindió
Y enfrentó la oscuridad
Puso un pie en el camino
Y en el camino se encontró
Dos amigos un poco asustados
Le ofrecieron un aventón
Y Jorge, sin muchas opciones
¡El aventón eligió!
Jorge, se arrepintió
De no haber traído al otro
Jorge, se arrepintió
De no haber matado al otro
Jorge
En un camino lleno de obstáculos
Logró superarlos todos
Llegando a casa un poco irritado
Pero agradecido sonrió
Se acostó con la rabia en la mente
Pensando en lo que iba a decir
Y a su otro amigo Jorge
¡Juró nunca, nunca, nunca perdonar!
Jorge, se arrepintió
De no haber traído al otro
Jorge, se arrepintió
De no haber matado al otro
Jorge
Pero el tiempo pasó
Y lo mejor sucedió
Perdonó al otro Jorge
Y olvidó la historia
Pero que sirva de lección
Nunca actúes sin pensar
Nunca dejes a un amigo colgado
Porque él puede no perdonar...
Jorge, se arrepintió
De no haber traído al otro
Jorge, se arrepintió
De no haber matado al otro
Jorge
Escrita por: Fagner De Assis