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El Adicto

Delinquentes

O Viciado

Andando nas ruas procura esquecer
Sua vida é mediocre e não quer mais viver
A vida na boca, da boca pra casa
Sustenta o seu vicio com a propria vida

Não acredito, em portas abertas com mãos amarradas
Não acredito, em braços furados com mãos doloridas
Não acredito, em doces viagens de lombra errada
Não acredito, em portas abertas com mãos amarradas
Não acredito, não acredito...

El Adicto

Caminando por las calles tratando de olvidar
Su vida es mediocre y ya no quiere vivir más
La vida en la boca, de la boca a casa
Sostiene su vicio con su propia vida

No creo, en puertas abiertas con manos atadas
No creo, en brazos perforados con manos doloridas
No creo, en dulces viajes de malos viajes
No creo, en puertas abiertas con manos atadas
No creo, no creo...

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