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Vida al Viento

Delírios de Ruínas

Vida Ao Vento

Há tempos não escrevo uma canção
Mas chegou a hora de mudar
Hora de botar a vida pra rodar
Nessa estrada
Que parece não ter fim
Só consigo vê-lo vindo a mim.

Viaja em busca do infinito
Usa o que tem dentro de ti
Viaja em busca do infinito
Tá na veia, é seu instinto!

Tudo que me acontece
Parece ser algo premeditado
Algo me diz de tempos em tempos.
Que a vida é como ondas livres ao mar
Viajando
Ao ritmo dos ventos.

Nasci para sonhar, buscar, realizar...
Talvez meu destino seja o seu
Mas algo me diz que não
Minha vida pertence somente à vida
E isso não é uma ilusão
Loucura, claro que não
Só faço o que está em meu coração
Às vezes o resultado é histórico
Mas às vezes também não.
Vida ao vento é assim, sem direção
(Sem direção)

Vida al Viento

Hace tiempo que no escribo una canción
Pero ha llegado el momento de cambiar
Hora de poner la vida en movimiento
En este camino
Que parece no tener fin
Sólo puedo verlo acercarse a mí.

Viaja en busca del infinito
Usa lo que tienes dentro de ti
Viaja en busca del infinito
Está en la sangre, es tu instinto!

Todo lo que me sucede
Parece ser algo premeditado
Algo me dice de vez en cuando
Que la vida es como olas libres en el mar
Viajando
Al ritmo de los vientos.

Nací para soñar, buscar, realizar...
Tal vez mi destino sea el tuyo
Pero algo me dice que no
Mi vida pertenece solo a la vida
Y eso no es una ilusión
Locura, claro que no
Solo hago lo que está en mi corazón
A veces el resultado es histórico
Pero a veces también no.
Vida al viento es así, sin dirección
(Sin dirección)

Escrita por: Adriano Matos / Nilton Baumgratz