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Geisha

Deltree

Geisha

Quando chover,
Você vai saber que sao as lagrimas que encharcam a varandado seu quarto.
A saudade só quer te convencer (sosinha, na sargeta, vendo a vida passar)
Que essa noite nao vai chover, nao vai chover.
Mil flores de liz enfeitam os jardins de um amor desconhecido,
Que vive em seus sonhos, sempre a te procurar.
Eu sei que existe em algum lugar a paz que você sonha alcançar.
Anoiteceu, você vai saber, entao: mais um dia se foi e você f icou!
Te vejo esperar (e por quanto tempo mais?)
Sem saber o que está por vir.
Enquanto houver esperanças, haverá motivos pra lutar,
E se você tem alguma fé, podera encontrar.
Busco respostas nessa solidao pra descobrir quem é você.
E nao me importa se existe uma razao, ou descobrir quem é você.
Nao posso mais, nao posso tentar esquecer o que nao foi e ainda esta por vir.
Te vejo sempre esperar pra que talvez possa alcançar, alcançar!

Geisha

Cuando llueva,
Sabrás que son las lágrimas que empapan el balcón de tu habitación.
La nostalgia solo quiere convencerte (sola, en la acera, viendo la vida pasar)
Que esta noche no lloverá, no lloverá.
Mil flores de lirio adornan los jardines de un amor desconocido,
Que vive en tus sueños, siempre buscándote.
Sé que en algún lugar existe la paz que sueñas alcanzar.
Ha anochecido, lo sabrás, entonces: ¡otro día se ha ido y tú te quedaste!
Te veo esperar (¿por cuánto tiempo más?)
Sin saber qué está por venir.
Mientras haya esperanzas, habrá motivos para luchar,
Y si tienes fe, podrás encontrar.
Busco respuestas en esta soledad para descubrir quién eres.
Y no me importa si hay una razón, o descubrir quién eres.
Ya no puedo, ya no puedo intentar olvidar lo que no fue y aún está por venir.
Siempre te veo esperar para quizás poder alcanzar, ¡alcanzar!

Escrita por: Rodrigo Bonomo