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Libérame de Mí

Denise Seixas

Liberta Me de Mim

Não entendo o meu próprio agir
Sem tua graça o que seria de mim?
Não entendo o meu próprio agir
Sem tua graça o que seria de mim?

Pois o bem que eu quero fazer não faço
E o mal que eu não quero, este sim, acabo cometendo

Em meu ser militam carne e espirito
Em uma guerra infindável à qual eu não me rendo

Pois meu corpo já foi vendido como escravo
E não existe bem nenhum em mim, apenas o pecado

Mas eu sei que no tocante ao meu interior
Tenho prazer na tua lei, tu és o meu amado

Então liberta-me de mim
Quero ser a tua casa
Se você estiver aqui
Eu sei, eu venço o pecado

Então enche-me de ti
Ate que não haja mais espaço
Pois quando estou em tua presença
O meu viver é transformado

E eu passo a ser
Livre pra viver
A tua vontade

Ao te conhecer
Todo o meu ser
Se enche de bondade

E reina
O espirito
Sobre a carne

Libérame de Mí

No entiendo mi propio acto
Sin tu gracia, ¿qué sería de mí?
No entiendo mi propio acto
Sin tu gracia, ¿qué sería de mí?

Por el bien que quiero hacer, no lo hago
Y el mal que no quiero, este, termino cometiendo

En mi ser militan carne y espíritu
En una guerra sin fin a la que no me rindo

Porque mi cuerpo ya ha sido vendido como esclavo
Y no hay nada bueno en mí, sólo pecado

Pero sé que en lo que respecta a mis entrañas
Me complace tu ley, eres mi amada

Entonces libérame de mí
Quiero ser tu hogar
Si estás aquí
Lo sé, vendo el pecado

Así que lléname contigo
Hasta que no haya más espacio
Porque cuando estoy en tu presencia
Mi vida se transforma

Y me convierto en
Libre para vivir
Tu voluntad

Para conocerte
Todo mi ser
Llenar con bondad

Y reina
El espíritu
Acerca de la carne

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