Câncer Mental
Querem me obrigar a ser quem eu não quero
Quem perguntou se eu ligo pra esse comércio
Te falaram que alienaram os meios de comunicação
O que está te fazendo viver então dessa ilusão
Achando que por você sua história está sendo escrita
Você se enganou, pois, tomaram conta da sua vida
Suas escolhas são inconscientes, mal decididas
Que liberdade se tem quando as opções são mínimas
Mas comigo não, eu não vou deixar
Vou reagir, vou me empenhar
Para minha mente eu controlar, sem me render
Garantindo o meu bem viver
Quem decidir se sujeitar, vai se arrepender
Antes de me comprar vão ter que me matar
Nessa vida vazia e sem graça, julgado pela própria desgraça, o prejudicado é você
O que não faz sentido, viver a beira de um abismo
Vidas se chocam e mentes se destroçam
Por um maldito papel
O que não faz sentido, viver a beira de um abismo
Vidas se chocam e mentes se destroçam
Por um maldito papel
Lavagem cerebral é câncer mental, porque não ser normal soa um tanto banal
Eles sabem controlar a sua forma de agir, reflita, pois você acabou de desistir
Permitindo que, dominassem você
Ouça o que a consciência tem a dizer, tragando o seu padecer
Será que existimos pra sofrer? Desejar o que não podemos ter?
Mais não ignorem o que eu vou falar, antes de me mudar vão ter que me matar
Nessa vida vazia e sem graça, julgado pela própria desgraça, o prejudicado é você
O que não faz sentido, viver a beira de um abismo
Vidas se chocam e mentes se destroçam
Por um maldito papel
O que não faz sentido, viver a beira de um abismo
Vidas se chocam e mentes se destroçam
Por um maldito papel
Por um maldito papel
Por um maldito papel
Cáncer Mental
Quieren hacerme ser quien no quiero ser
¿Quién me preguntó si me preocupo por este comercio
Te dijeron que alienaban a los medios
¿Qué te hace vivir entonces de esta ilusión?
Pensando para ti tu historia está siendo escrita
Te equivocaste porque se apoderaron de tu vida
Tus elecciones son inconscientes, indecisos
¿Qué libertad tienes cuando las opciones son mínimas?
Pero no conmigo, no te dejaré
Voy a reaccionar, voy a comprometerme
Para que mi mente controle, sin rendirse
Asegurando mi bien para vivir
Quien decida presentar, lo lamentará
Antes de que me compres, tendrán que matarme
En esta vida vacía y aburrida, juzgada por tu propia desgracia, el agraviado eres tú
Lo que no tiene sentido, vivir en el borde de un abismo
Las vidas chocan y las mentes se desmoronan
Por un maldito pedazo de papel
Lo que no tiene sentido, vivir en el borde de un abismo
Las vidas chocan y las mentes se desmoronan
Por un maldito pedazo de papel
El lavado de cerebro es cáncer mental, porque no ser normal suena un poco banal
Saben cómo controlar tu forma de actuar, piénsalo, porque te rendiste
Permitiéndoles dominarte
Escucha lo que la conciencia tiene que decir, traga tu sufrimiento
¿Existimos para sufrir? ¿Deseando lo que no podemos tener?
Pero no ignores lo que voy a decir, antes de que me mude, vas a tener que matarme
En esta vida vacía y aburrida, juzgada por tu propia desgracia, el agraviado eres tú
Lo que no tiene sentido, vivir en el borde de un abismo
Las vidas chocan y las mentes se desmoronan
Por un maldito pedazo de papel
Lo que no tiene sentido, vivir en el borde de un abismo
Las vidas chocan y las mentes se desmoronan
Por un maldito pedazo de papel
Por un maldito pedazo de papel
Por un maldito pedazo de papel
Escrita por: Danilo Martine / Lucas de Sousa Momi. / Phellipe Carvalho / Reynaldo Rodrigues Rocha