Pra Segundo Plano
O que te dá o direito de me interromper
Quando proponho impossível só pra você?
O que seria da vida
Se a gente não pudesse mais arriscar
Riscariamos outro fósforo
Só pra vê-lo apargar.
Você faz do Reggae um pecado
Você faz do Samba um problema
E assim decepciona o nosso bom e velho Rock n' Roll
Pois se prende na algema que você mesmo inventou.
Se estou aqui
É pra tentar fazer com que me ouçam.
E se taxarem de louco no fim, também ouvirei
Mas um louco a mais, um louco a mesmo, tanto faz
O que importa é que sonhando, estamos criando
E as interrupções,
ficam pra sundo plano.
Se estou aqui
É pra tentar fazer com que me ouçam
E se taxarem de louco no fim, também ouvirei
Mas um louco a mais, um louco a mesmo, tanto faz
O que importa é que sonhando, estamos vivendo
E as interrupções,
ficam pra sundo plano.
Para Segundo Plano
¿Qué te da el derecho de interrumpirme
Cuando propongo lo imposible solo para ti?
¿Qué sería de la vida
Si no pudiéramos arriesgar más?
Encenderíamos otro fósforo
Solo para verlo apagarse.
Haces del Reggae un pecado
Haces del Samba un problema
Y así decepcionas a nuestro buen y viejo Rock n' Roll
Pues te atas a la cadena que tú mismo inventaste.
Si estoy aquí
Es para intentar que me escuchen.
Y si al final me tachan de loco, también escucharé
Pero uno más loco, uno más igual, da lo mismo
Lo importante es que soñando, estamos creando
Y las interrupciones,
quedan en segundo plano.
Si estoy aquí
Es para intentar que me escuchen
Y si al final me tachan de loco, también escucharé
Pero uno más loco, uno más igual, da lo mismo
Lo importante es que soñando, estamos viviendo
Y las interrupciones,
quedan en segundo plano.
Escrita por: Breno Dalla Costa