Correntes da Eternidade
Fui fadado a destruição
Corrompido foi tudo em vão
Fui vendado, não pude mais ver
Enganado pelo sangue
Acorrentado na escuridão
Prisioneiro da eternidade eu serei
Transtornado por um ideal
Explorado por um Deus irreal
Meu fardo é pesado de carregar
Não sei quanto tempo terei de suportar
Queima a chama eterna
Minha alma cheia de desgosto
Friamente agora sigo em paz
Não há mais motivos para lutar
O equilíbrio perpetuará
Correntes da eternidade
Sofrimento, sigo sem perdão
Feito escravo, tudo ilusão
Fecho os meus olhos e clamo pelo fim
Correntes da eternidade
Sofrimento, sigo sem perdão
Feito escravo, tudo
Fecho os meus olhos e clamo pelo fim
Correntes da eternidade
Pensamentos obscuros que abitam em meu ser
Putrefato e esquecido, fui deixado para morrer
Insuportável é o peso das correntes
Amaldiçoou o sangue carmesim
Cadenas de la Eternidad
Fui destinado a la destrucción
Corrompido fue todo en vano
Fui vendado, no pude más ver
Engañado por la sangre
Encadenado en la oscuridad
Prisionero de la eternidad seré
Desquiciado por un ideal
Explotado por un Dios irreal
Mi carga es pesada de llevar
No sé cuánto tiempo tendré que soportar
Quema la llama eterna
Mi alma llena de desconsuelo
Fríamente ahora sigo en paz
No hay más motivos para luchar
El equilibrio perpetuará
Cadenas de la eternidad
Sufrimiento, sigo sin perdón
Hecho esclavo, todo es ilusión
Cierro mis ojos y clamo por el fin
Cadenas de la eternidad
Sufrimiento, sigo sin perdón
Hecho esclavo, todo
Cierro mis ojos y clamo por el fin
Cadenas de la eternidad
Pensamientos oscuros que habitan en mi ser
Putrefacto y olvidado, fui dejado para morir
Insoportable es el peso de las cadenas
Maldecido el sangre carmesí
Escrita por: Sávio Borges