Fábrica
Fábrica!
Barulho de fábrica de dia
Cheiro de fábrica à noite
A mesma coisa sempre aos mesmos
Bonecos que andam só
De Olinda à Morretes ele para no Hawaii
Sem ter como ficar sem ter pra onde ir
Em meio ao material que faz
Com que a porta sua se abra
Mais uma vez sendo tudo igual
Se repetindo deixando claro
Enquanto o todo não enxergar não haverá
Nada que pensemos que possamos melhorar
São fábricas de pratos e sapatos só pra sentir ou só pra vestir
São marcas melhores sempre do amanhã
Admitem-se barulhos roubam-se vontades
Eles que dizem comprar
O que dinheiro nenhum não compra
Não vale a pena aceitar
Não vale a pena aceitar
Aceitar Aceitar Aceitar Aceitar
São fábricas de pratos e sapatos só pra sentir ou só pra vestir
São marcas melhores sempre do amanhã
Admitem-se barulhos roubam-se vontades:
Eles que dizem comprar!
Fábrica
Fábrica!
Ruido de fábrica de día
Olor a fábrica de noche
Siempre lo mismo para los mismos
Muñecos que caminan solos
De Olinda a Morretes, él se detiene en Hawaii
Sin tener cómo quedarse, sin tener a dónde ir
En medio del material que hace
Que su puerta se abra
Una vez más, todo siendo igual
Repetición dejando claro
Mientras el todo no vea, no habrá
Nada que creamos que podamos mejorar
Son fábricas de platos y zapatos solo para sentir o solo para vestir
Marcas mejores siempre del mañana
Se admiten ruidos, se roban voluntades
Ellos que dicen comprar
Lo que dinero alguno no compra
No vale la pena aceptar
No vale la pena aceptar
Aceptar Aceptar Aceptar Aceptar
Son fábricas de platos y zapatos solo para sentir o solo para vestir
Marcas mejores siempre del mañana
Se admiten ruidos, se roban voluntades
Ellos que dicen comprar!
Escrita por: Cris Schonfeldt / Dimas Kekys / Mauricio Ferraço / Rafa Leões / Ronaldo Kekys