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Viejo Oeste

Destino Incerto

Velho Oeste

Eu moro no velho oeste
Em uma cidade onde nada acontece
Montado em meu cavalo de aço eu vou seguindo
Cansado do meu emprego
Eu vivo no desespero
Cada dia neste atoleiro é infinito

E agora vou seguir meus passos
Não venha invadir meu espaço
Em seu pescoço eu já laçei o laço da dor

Por favor não me chame de amigo
Você só olha pro seu umbigo
Não venha me pedir nenhum favor

Eu moro no velho oeste
Em uma cidade onde nada acontece
Montado em meu cavalo de aço eu vou seguindo

Viejo Oeste

Vivo en el viejo oeste
En un pueblo donde nada sucede
Montando mi caballo de acero sigo adelante
Cansado de mi trabajo
Vivo en la desesperación
Cada día en este lodazal es infinito

Y ahora seguiré mis pasos
No vengas a invadir mi espacio
En tu cuello ya he atado el lazo del dolor

Por favor, no me llames amigo
Solo miras tu ombligo
No vengas a pedirme ningún favor

Vivo en el viejo oeste
En un pueblo donde nada sucede
Montando mi caballo de acero sigo adelante

Escrita por: Ademir Barbosa / Dimas Kekys