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Monografía

Devaneio Ativo

Monografia

Saia da minha frente
Eu não preciso de sua indulgência
Não quero dinheiro
Já cantei tanto sem preço
E mesmo assim eu busco o meu subúrbio
Eu sou um vulto de contradição
E me enganando eu retornava para seus braços na contramão
Contudo agora é figurino
Ficantes girando em roda
São ilhados, correm perigo.
De se machucar... no mar . não são peixes
E não sabem nadar , nada.

Saia daqui de perto
Eu tenho nojo
Do seu ar discreto
Eu fiz coleções com os seus jogos
Eu aprendi a construir armadilhas que foram feitas só para destruir
Eu imagino que pense que eu irei voltar
E logo tão pouco peça pra ficar
Se é grande pranto eu serei encanto
Será minha alma uma fotografia
Para seu uso na monografia

Monografía

Aléjate de mi vista
No necesito de tu indulgencia
No quiero dinero
He cantado tanto sin precio
Y aún así busco mi suburbio
Soy un ser lleno de contradicciones
Engañándome, regresaba a tus brazos en sentido contrario
Pero ahora es solo un disfraz
Amantes dando vueltas en círculo
Están atrapados, corren peligro
De lastimarse... en el mar, no son peces
Y no saben nadar, nada.

Aléjate de aquí
Me da asco
Tu aire discreto
He coleccionado tus juegos
Aprendí a construir trampas hechas solo para destruir
Imagino que piensas que volveré
Pero no pidas que me quede
Si es un gran llanto, seré encanto
¿Será mi alma una fotografía
Para tu uso en la monografía?

Escrita por: Fernando Macário