O Pródigo Das Asas De Cera
Engrenagens que manipulam a máquina
Que palpita em meu peito
Bandagem para esconder a palidez
E as marcas, mesmo liberto do leito
Falsas armas que me dão
A sensação de um breve carpe diem
Singela insensatez de ingenuidade e barbárie
São filosofias
Ataduras e tubos maquiam feridas criadas
Por filosofias secas, como as folhas do outono
A natureza de meus atos niilistas
Me impede de ver
A suavidade da aurora ao amanhecer
Resgate em meio à chuva de flechas
O gosto amargo da morte
Que toca os céus trazendo com ela o veneno
Que mortifica minha carne
Luz turva que clareia o horizonte estrelado
Que clareia o céu
Luz pra eu andar, meus pés
Em terra firme vão caminhar
Em meio à Babel
Em chamas, juntos vamos cear
El Pródigo De Las Alas De Cera
Engranajes que manipulan la máquina
Que palpita en mi pecho
Vendaje para ocultar la palidez
Y las marcas, aún liberado de la cama
Falsas armas que me dan
La sensación de un breve carpe diem
Simple insensatez de ingenuidad y barbarie
Son filosofías
Vendas y tubos maquillan heridas creadas
Por filosofías secas, como las hojas del otoño
La naturaleza de mis actos nihilistas
Me impide ver
La suavidad de la aurora al amanecer
Rescate en medio de la lluvia de flechas
El sabor amargo de la muerte
Que toca los cielos trayendo consigo el veneno
Que mortifica mi carne
Luz turbia que aclara el horizonte estrellado
Que aclara el cielo
Luz para que yo camine, mis pies
En tierra firme van a andar
En medio de Babel
En llamas, juntos vamos a cenar
Escrita por: Tom, Devendra, Bob Bernardo