A Poesia do Trovador Solitário
O casulo que morre
É a evolução da vida?
Ou a borboleta que nasce
É a fênix que queima
Na escuridão quente do hades?
Soberba e desonra
Estampadas em raízes quentes do hades.
Perder o que tem de mais tênue dentro de si.
Dentro de si (dentro de si)
(O que tem de mais tênue)
Dentro de si
Viver a vida...
Vivendo as bodas de brindar o fim.
Perca-se na imensidão de tudo,
Pois hoje o pecado que corre em teus ombros...
(Teus ombros)
Já é chegada a hora de cortar raízes úmidas
Do inferno de vidas passadas...
(Do inferno de vidas passadas)
Examine a si mesmo pois hoje é pecado,
Perca-se em si mesmo.
(Em si mesmo)
Hoje és a dor da ausência, que queima por dentro
A poesia que tornou-se calmante.
Que abala o peito.
Não somente onde nossos corpos se encontram...
(Encontram)
Viver a vida...
Vivendo as bodas de brindar o fim.
Perca-se na imensidão de tudo,
Pois hoje o pecado que corre em teus ombros...
(Teus ombros)
Já é chegada a hora de cortar raízes úmidas
Do inferno de vidas passadas...
(Do inferno de vidas passadas)
Examine a si mesmo pois hoje é pecado,
Perca-se em si mesmo.
(Em si mesmo)
Hoje és a dor da ausência, que queima por dentro
A poesia que tornou-se calmante.
Que abala o peito.
Não somente onde nossos corpos se encontram...
(Encontram)
La Poesía del Trovador Solitario
El capullo que muere
¿Es la evolución de la vida?
O la mariposa que nace
¿Es el fénix que arde
En la oscuridad caliente del hades?
Soberbia y deshonra
Estampadas en raíces ardientes del hades.
Perder lo más tenue dentro de sí.
Dentro de sí (dentro de sí)
(Lo más tenue)
Dentro de sí
Vivir la vida...
Viviendo las bodas de brindar el fin.
Pérdete en la inmensidad de todo,
Porque hoy el pecado que corre en tus hombros...
(Tus hombros)
Ha llegado la hora de cortar raíces húmedas
Del infierno de vidas pasadas...
(De vidas pasadas)
Examínate a ti mismo porque hoy es pecado,
Pérdete en ti mismo.
(En ti mismo)
Hoy eres el dolor de la ausencia, que quema por dentro
La poesía que se convirtió en calmante.
Que sacude el pecho.
No solo donde nuestros cuerpos se encuentran...
(Se encuentran)
Vivir la vida...
Viviendo las bodas de brindar el fin.
Pérdete en la inmensidad de todo,
Porque hoy el pecado que corre en tus hombros...
(Tus hombros)
Ha llegado la hora de cortar raíces húmedas
Del infierno de vidas pasadas...
(De vidas pasadas)
Examínate a ti mismo porque hoy es pecado,
Pérdete en ti mismo.
(En ti mismo)
Hoy eres el dolor de la ausencia, que quema por dentro
La poesía que se convirtió en calmante.
Que sacude el pecho.
No solo donde nuestros cuerpos se encuentran...
(Se encuentran)