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Ego e Orgulho

Dexter Wayne

Eu sou o eclipse que apaga tua esperança
Vegeta no meu peito ego que nunca balança

Que negro tempestade, destruição na dança
Tua alma se contorce quando minha ira avança

Orgulho de Escanor, meio dia virou luto
Quando ergo meu poder, teu destino fica oculto

Barba Branca no meu sangue, terremoto absoluto
Quando piso nesse chão, tua existência é um insulto

Olhos de predador, coração envenenado
Sou um vulto que tua mente nunca tinha imaginado

Minha aura é um funeral, teu império, condenado
Tua crew vira poeira, teu legado é apagado

Queime o maligno
Vegeta me guia
Orgulho sombrio
Escanor é minha ira
Barba Branca
Poder que devora a maré
Se tu ousas me encarar, vai sangrar de uma vez

Queime o maligno
Vegeta me guia
Orgulho sombrio
Minha chama te aniquila
Barba Branca
Lenda viva na escuridão
Sou o rei das trevas
Teu fim na minha mão

Príncipe sem coroa, mais com um trono feito em ossos
Eu sorrio enquanto arranco tuas crenças pelos tocos

Barba Branca terremoto, que vale tua história
Vegeta, arrogância que celebra tua derrota em glória

Escanor no meu peito
Sol negro que te cega
Minha presença é um eclipse
Tua carne se entrega

Eu sou o carrasco
Tu só número na lista
Quando minha sombra cai, teu clã vira estatística

Queimam teus ídolos, teus deuses em silêncio
Minha fúria é sentença, meu ódio é teu preço

Quando o ego desperta, o mundo vira cemitério
Sou lenda viva na treva, o herdeiro do império

Queime o maligno
Vegeta me guia
Orgulho sombrio
Escanor é minha ira
Barba Branca
Poder que devora a maré
Se tu ousas me encarar, vai sangrar de uma vez

Queime o maligno
Vegeta me guia
Orgulho sombrio
Minha chama te aniquila
Barba Branca
Lenda viva na escuridão
Sou o rei das trevas
Teu fim na minha mão

E quando o Sol se apagar
Só meu nome vai restar

Escanor se curva
Vegeta vai reinar

Barba branca ecoa no silêncio do mar
Eu sou o trono das sombras
Teu medo a me aclamar

Teu medo a me aclamar

Escrita por: Caua Ferreira Lisboa e Silva