Telefone Mudo/ Ainda Ontem Chorei de Saudade (pot-pourri)
Eu quero que risque o meu nome da sua agenda
Esqueça o meu telefone, não me ligue mais
Porque já estou cansado de ser o remédio
Pra curar o seu tédio quando seus amores não lhe satisfazem
Cansei de ser o seu palhaço
Fazer o que sempre quis
Cansei de curar sua fossa
Quando você não se sentia feliz
Por isso é que decidi
O meu telefone cortar
Você vai discar várias vezes
Telefone mudo, não pode chamar
Você me pede na carta que eu desapareça
Que eu nunca mais te procure, pra sempre te esqueça
Posso fazer sua vontade, atender seu pedido
Mas esquecer é bobagem, é tempo perdido
Ainda ontem chorei de saudade
Relendo a carta sentindo o perfume
Mas que fazer com essa dor que me invade
Mato esse amor ou me mata o ciúme
O dia inteiro te odeio, te busco te caço
Mas nos meus sonhos de noite, é de beijos e abraços, oh
Porque os sonhos são meus, ninguém rouba e nem tira
Melhor sonhar na verdade que amar na mentira
Ainda ontem chorei de saudade
Relendo a carta sentindo o perfume
Mas que fazer com essa dor que me invade
Mato esse amor ou me mata o ciúme
Teléfono Mudo/ Ayer Lloré de Nostalgia (pot-pourri)
Quiero que borres mi nombre de tu agenda
Olvida mi teléfono, no me llames más
Porque ya estoy cansado de ser el remedio
Para curar tu aburrimiento cuando tus amores no te satisfacen
Estoy cansado de ser tu payaso
Hacer lo que siempre quisiste
Estoy cansado de curar tu tristeza
Cuando no te sentías feliz
Por eso decidí
Cortar mi teléfono
Vas a marcar varias veces
Teléfono mudo, no puedes llamar
Me pides en la carta que desaparezca
Que nunca más te busque, que para siempre te olvide
Puedo hacer tu voluntad, atender tu pedido
Pero olvidar es una tontería, es tiempo perdido
Ayer lloré de nostalgia
Releyendo la carta sintiendo el perfume
Pero, ¿qué hacer con este dolor que me invade?
Mato este amor o me mata el celos
Todo el día te odio, te busco, te cazo
Pero en mis sueños de noche, son de besos y abrazos, oh
Porque los sueños son míos, nadie los roba ni los quita
Mejor soñar en la verdad que amar en la mentira
Ayer lloré de nostalgia
Releyendo la carta sintiendo el perfume
Pero, ¿qué hacer con este dolor que me invade?
Mato este amor o me mata el celos
Escrita por: Franco / Moacyr Franco / Peao Carreiro