395px

Cárcere

Dialética

Cárcere

Sufocando, caminhando, rumo a destruição
Em meus ombros carrego as sombras de quem só sentiu a dor

Preso em meu próprio cárcere eu vivo a esperar
Preso em meu próprio cárcere eu vivo a esperar
Não posso mais, voltar atrás
Não posso voltar

Neste instante o vento soprou em minha direção
Me trazendo o vazio que construí com as próprias mãos

Vivendo no inverso
Prisioneiro da minha condição
Agora chove lá fora
Gotas da minha solidão

Preso em meu próprio cárcere eu vivo a esperar
Preso em meu próprio cárcere eu vivo a esperar
Não posso mais, voltar atrás
Não posso voltar

Cárcere

Sofocando, caminando, rumbo a la destrucción
En mis hombros cargo las sombras de quien solo sintió el dolor

Atrapado en mi propio cárcel vivo esperando
Atrapado en mi propio cárcel vivo esperando
No puedo más, volver atrás
No puedo regresar

En este momento el viento sopló en mi dirección
Trayendo el vacío que construí con mis propias manos

Viviendo al revés
Prisionero de mi condición
Ahora llueve afuera
Gotas de mi soledad

Atrapado en mi propio cárcel vivo esperando
Atrapado en mi propio cárcel vivo esperando
No puedo más, volver atrás
No puedo regresar

Escrita por: Dialética