Gera
Que poço de verdade sou eu?
Mirando o paraíso,
A par dos sonhos que eu sonhei
Derrubando os meus mitos
Que mal eu fiz quando eu toquei
A estrela que me acordou no quarto,
No dia em que me despedi do chão...
Eu só temo o meu juízo,
As cartas que eu não mandei,
Meu grande amor se despedindo,
Das juras que eu falei...
Eu sou o dono da minha cor
Da minha loucura eu sou o canto!
Eu não conheço a dor até que me provem o contrario.
Eu e você nunca entendemos, como é bonito onde vivemos...
Quando você se despediu eu vi a paz com os próprios olhos.
Eu e você nunca entendemos, como é bonito onde vivemos...
Quando você se despediu eu vi o mundo em suas costas.'
Gera
¿Qué pozo de verdad soy yo?
Mirando el paraíso,
Al lado de los sueños que soñé
Derrumbando mis mitos
¿Qué mal hice cuando toqué
La estrella que me despertó en la habitación,
El día en que me despedí del suelo...
Solo temo mi juicio,
Las cartas que no envié,
Mi gran amor despidiéndose,
De las promesas que hice...
Soy dueño de mi color
De mi locura soy el canto
No conozco el dolor hasta que me lo demuestren
Tú y yo nunca entendimos, qué bonito es donde vivimos...
Cuando te despediste vi la paz con mis propios ojos
Tú y yo nunca entendimos, qué bonito es donde vivimos...
Cuando te despediste vi el mundo en tus espaldas.