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Tranquilo

Dias de Truta

Sossegado

Se você acha que eu vou brigar por coisa à toa
Não se iluda com o jeito que eu levo a vida
Você não me conhece bem

Porque eu entro de cabeça eu dou à cara a tapa
A idade me permite e a solução eu faço brotar do chão

Entra pra ganhar quando tá tudo perdido
Eu nunca fugi nem fugirei do perigo
Pois já não tem meio termo, aqui é oito ou oitenta

E chega uma hora que a corda arrebenta meu rapaz

Humildade pra reconhecer que não deu
Mas pra tentar coragem não faltou
Vivendo e aprendendo eu sempre vou

Meu futuro não sou eu quem vai dizer
Mas eu farei de tudo pra ele acontecer
Com certeza a meu ver

Entra pra ganhar quando tá tudo perdido
Eu nunca fugi nem fugirei do perigo
Pois já não tem meio termo aqui é oito ou oitenta

E chega uma hora que a corda arrebenta e pá

Mais um copo quebrado
Estilhaços no chão
Sala enfumaçada
Com as cartas na mão

Tranquilo

Si piensas que voy a pelear por tonterías
No te engañes con la forma en que llevo mi vida
Tú no me conoces bien

Porque me lanzo de cabeza, doy la cara a golpes
La edad me lo permite y la solución la hago brotar del suelo

Entro para ganar cuando todo está perdido
Nunca huí ni huiré del peligro
Porque ya no hay término medio, aquí es todo o nada

Y llega un momento en que la cuerda se rompe, amigo mío

Humildad para reconocer que no funcionó
Pero valor no faltó para intentarlo
Viviendo y aprendiendo siempre estaré

Mi futuro no lo decidiré yo
Pero haré todo lo posible para que suceda
Con seguridad, a mi parecer

Entro para ganar cuando todo está perdido
Nunca huí ni huiré del peligro
Porque ya no hay término medio, aquí es todo o nada

Y llega un momento en que la cuerda se rompe y zas

Otro vaso roto
Fragmentos en el suelo
Sala llena de humo
Con las cartas en la mano

Escrita por: João Vitor Vasconcellos