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Dios hereje (La prosa del caos)

Dignatários do Inferno

Deus Herege (A Prosa do Caos)

Deus herege (a prosa do caos)

Insignificantes sacos de peles
Recheados de sebo, suor e merda
Passando os dias a lamentar
E as noites a suplicar
Sou o tribunal vivo
Três faces três perspectivas
Sou jovem e sou velho
E sou ave, cago em vocês quando eu quero

Sou três
Sou todos
Sou nenhum
Deus herege

Quem garante minha existência
Quem garante minha bondade
Sacrifiquem os seus cordeiros
Queimem as suas virgens
Loucos criam os conceitos
Para os tolos conquistar
Ressurreição, vida eterna
Tudo acaba quando eu mando acabar

Sou três
Sou todos
Sou nenhum
Deus herege

Dios hereje (La prosa del caos)

Dios hereje (la prosa del caos)

Insignificantes bolsas de piel
Llenas de sebo, sudor y mierda
Pasando los días lamentando
Y las noches suplicando
Soy el tribunal vivo
Tres caras, tres perspectivas
Soy joven y soy viejo
Y soy ave, les cago cuando quiero

Soy tres
Soy todos
Soy ninguno
Dios hereje

¿Quién garantiza mi existencia?
¿Quién garantiza mi bondad?
Sacrifiquen a sus corderos
Quemen a sus vírgenes
Los locos crean conceptos
Para que los tontos conquisten
Resurrección, vida eterna
Todo termina cuando yo lo ordeno

Soy tres
Soy todos
Soy ninguno
Dios hereje

Escrita por: Bernardo Falcão / Rodrigo Defilippo