395px

Sexta 13

Digo Dornel

Sexta 13

O que te separa de quem julga ser normal
É só mais um motivo que tem pra tomar um pau
Vícios permitidos que não podem te salvar
E nem escondem a face de quem não quer lutar

Acorda cedo para não dormir
Outra máscara, outra escolha, não vale desistir
Acha mesmo que pode se crescer?
Mas não tem pra onde correr
Não tem pra onde correr!

Somos todos gatos pretos
Atirados ao esmo e à depravação
Pois sabemos que ninguém vai sobreviver
Sexta treze é todo dia
Então deixa de vacilação

E vem que é nóis, é nóis

Todos condenados dispostos a matar
Nessa eterna caça às bruxas não vale bobear
Um tiro certeiro que sempre vem de cima
Finge que não vê, quem vê, desbaratina

Venho por meio desta lhe dizer
Nessa selva de concreto não somos os leões
Razões, visões, e até mesmo emoções
São só para você

São só para você!

Somos todos gatos pretos
Atirados ao esmo e à depravação
Pois sabemos que ninguém vai sobreviver
Sexta treze é todo dia
Então deixa de vacilação

E vem que é nóis, é nóis, parça

Sexta 13

Lo que te separa de quien juzga ser normal
Es solo otra razón para llevarte una paliza
Vicios permitidos que no pueden salvarte
Y no ocultan la cara de quien no quiere luchar

Levántate temprano para no dormir
Otra máscara, otra elección, no vale rendirse
¿Realmente crees que puedes crecer?
Pero no hay a dónde huir
¡No hay a dónde huir!

Todos somos gatos negros
Arrojados al azar y a la depravación
Porque sabemos que nadie va a sobrevivir
Viernes trece es todos los días
Así que deja de dudar

Y ven que somos nosotros, somos nosotros

Todos condenados dispuestos a matar
En esta eterna caza de brujas no puedes descuidarte
Un disparo certero que siempre viene de arriba
Finge que no ve, quien ve, se desmorona

Vengo por medio de esta carta a decirte
En esta jungla de concreto no somos los leones
Razones, visiones e incluso emociones
Son solo para ti

¡Son solo para ti!

Todos somos gatos negros
Arrojados al azar y a la depravación
Porque sabemos que nadie va a sobrevivir
Viernes trece es todos los días
Así que deja de dudar

Y ven que somos nosotros, somos nosotros, amigo

Escrita por: Digo Dornel, Ítalo Felix Terciano, Guilherme Krol Lins, Felipe Vaz e Leandro de Pádua Andrade