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Caminando y Cantando

Dilcea Duarte Verônica

Caminhando e Cantando

Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Caminhando e cantando
E seguindo a canção

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

Pelos campos, há fome
Em grandes plantações
Pelas ruas, marchando
Indecisos cordões
Ainda fazem da flor
Seu mais forte refrão
E acreditam nas flores
Vencendo o canhão

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

Há soldados armados
Amados ou não
Quase todos perdidos
De armas na mão
Nos quartéis lhes ensinam
Uma antiga lição
De morrer pela pátria
E viver sem razão

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

Nas escolas, nas ruas
Campos, construções
Somos todos soldados
Armados ou não
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não

Os amores na mente
As flores no chão
A certeza na frente
A história na mão
Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Aprendendo e ensinando
Uma nova lição

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer
Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

Vem, vamos embora
Que esperar não é saber
Quem sabe faz a hora
Não espera acontecer

Caminando y Cantando

Caminando y cantando
Y siguiendo la canción
Todos somos iguales
Con brazos unidos o no
En las escuelas, en las calles
Campos, construcciones
Caminando y cantando
Y siguiendo la canción

Ven, vámonos
Que esperar no es saber
Quien sabe hace la hora
No espera a que suceda
Ven, vámonos
Que esperar no es saber
Quien sabe hace la hora
No espera a que suceda

Por los campos, hay hambre
En grandes plantaciones
Por las calles, marchando
Grupos indecisos
Aún hacen de la flor
Su más fuerte estribillo
Y creen en las flores
Venciendo al cañón

Ven, vámonos
Que esperar no es saber
Quien sabe hace la hora
No espera a que suceda
Ven, vámonos
Que esperar no es saber
Quien sabe hace la hora
No espera a que suceda

Hay soldados armados
Amados o no
Casi todos perdidos
Con armas en mano
En los cuarteles les enseñan
Una antigua lección
De morir por la patria
Y vivir sin razón

Ven, vámonos
Que esperar no es saber
Quien sabe hace la hora
No espera a que suceda
Ven, vámonos
Que esperar no es saber
Quien sabe hace la hora
No espera a que suceda

En las escuelas, en las calles
Campos, construcciones
Todos somos soldados
Armados o no
Caminando y cantando
Y siguiendo la canción
Todos somos iguales
Con brazos unidos o no

Los amores en la mente
Las flores en el suelo
La certeza al frente
La historia en la mano
Caminando y cantando
Y siguiendo la canción
Aprendiendo y enseñando
Una nueva lección

Ven, vámonos
Que esperar no es saber
Quien sabe hace la hora
No espera a que suceda
Ven, vámonos
Que esperar no es saber
Quien sabe hace la hora
No espera a que suceda

Ven, vámonos
Que esperar no es saber
Quien sabe hace la hora
No espera a que suceda

Escrita por: Geraldo Vandré