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Sudadera

Dilsinho

Moletom

Chorei​ e você não, na nossa última conversa no portão
Guardei seu moletom vermelho que deixou cair no chão
E ainda não tomei coragem pra tirar sua escova
Isso não pode ser normal

Tô empurrando com a barriga o meu trabalho
Minhas coisas larguei de mão

E sempre que eu fecho a porta da sala
E vejo suas chaves lá, eu tô sozinho aqui
Eu já me conformei que não vai voltar

E ainda não tomei coragem pra tirar sua escova
Isso não pode ser normal

Tô empurrando com a barriga o meu trabalho
Minhas coisas larguei de mão

E sempre que eu fecho a porta da sala
E vejo suas chaves lá, eu tô sozinho aqui
Eu já me conformei que não vai voltar

Sudadera

Lloré y no lo hiciste, en nuestra última conversación en la puerta
Guardé tu sudadera roja que dejaste caer en el suelo
Y aún no me he atrevido a quitarte el cepillo
Eso no puede ser normal

Estoy empujando mi trabajo con mi barriga
Mis cosas me solté de la mano

Y cada vez que cierro la puerta de la sala de estar
Y veo tus llaves allí, estoy solo aquí
Ya he decidido que no volverás

Y aún no me he atrevido a quitarte el cepillo
Eso no puede ser normal

Estoy empujando mi trabajo con mi barriga
Mis cosas me solté de la mano

Y cada vez que cierro la puerta de la sala de estar
Y veo tus llaves allí, estoy solo aquí
Ya he decidido que no volverás

Escrita por: Bino Santana / Dilson Scher Neto / Pedro Felipe Reis Amaro